quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Quem tem ouvidos, ouça!



"  Como demora essa catequese, minha filha está a três anos e ainda não crismou, ela não aguenta mais... só quer crismar pra se casar na Igreja..."



quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Catequese e família!

Foi-se o tempo em que se trabalhava uma catequese distante da família. Os tempos são outros, aos poucos vamos tomando consciência do papel de evangelizar também os adultos responsáveis por nossos catequizandos. 
O catequista quando assume uma turma, assume também suas famílias. Então, criar proximidade, é algo imprescindível. 
Quando pensamos nosso processo catequético, precisamos ter em mente algo para os pais, como por exemplo encontros periódicos de catequese, convivência, celebrações.
Quero partilhar com vocês a experiência da Catequista Rosângela Tamaoki, de Londrina. Achei interessante postar na íntegra, inclusive os convites, pois que eles são de grande valor.

O catequista tem que INCOMODAR, além de enviar um convite por escrito, ele precisa ligar,  pois nem sempre esse convite chega a eles. Não custa: "Olá, só estou ligando para lembrá-lo do nosso encontro... até lá! grande beijo!" Esse contato direto, faz uma diferença tamanha.

Outro detalhe que é urgente, é não fazer reunião de pais e sim promover encontros. Reunião, eles já participam na escola, na catequese não pode ser aquela coisa massante, chata, cheia de cobranças. É tempo para fazê-los crescer na fé.

Vamos então, ao sujeito dessa postagem...

Com vocês, Rosângela Tamaoki...


ENCONTRO COM OS PAIS 

Ao longo desses anos trabalhando com adolescentes, aprendi muitas coisas, e a principal delas foi que é preciso acolher, ouvir, tocar corações e aos poucos a gente vai criando laços, o amor vai surgindo e é tão mais fácil falar de Deus e do seu amor imenso por nós, falar da benção que é podermos nos alimentar do Corpo e Sangue de Jesus Cristo, de sermos templos do Espírito Santo, de termos como protetora nossa querida Mãe Maria e que os anjos do Senhor cuidam com carinho de nós.

Com os pais também não deve ser diferente, por isso também nos encontros com os pais dos catequizandos, sempre proporcionamos um encontro entre pais e filhos, onde cada um possa expressar o seu amor pelo outro, seja através de um gesto, de uma palavra, de um cartão, uma carta. Existe sempre o momento de encontro com Deus, momentos de espiritualidade, seja na oração, seja através de uma musica, de um vídeo. E como é bom estarmos todos juntos, caminhando, crescendo, se conhecendo um pouco mais - o abraço de boas vindas e o abraço da paz no final de cada encontro, nos deixa mais leve e confiante, voltamos pra casa sempre renovados. 

O recheio dos encontros é partilha de um pouco do que sabemos, mas principalmente do que somos (formação+testemunho). Poder dizer aos pais o quanto agradecemos a confiança deles em nós, o privilégio que é formamos a família catequética, desperta sempre neles o desejo de continuarmos essa caminhada juntos. Assim temos feito em nossa turma ano após ano, e é uma alegria vermos o quanto isso tem feito a diferença na vida de muitas famílias e também em nossas vidas enquanto catequistas. Nossos encontros duram entre uma hora a uma hora e meia no máximo. 

Eis um dos convites que enviamos aos pais:
PARÓQUIA N. SRA. DAS GRAÇAS PASTORAL BÍBLICO-CATEQUÉTICA * 5º tempo 
“O que vimos e ouvimos vo-lo anunciamos.” (1 Jo 1,3) 
Caros pais, A caminhada catequética com vosso filho/vossa filha sempre tem mais sentido quando podemos partilhar com vocês essa riqueza, quando podemos também dividir nossas preocupações, partilhar nossos anseios para que juntos possamos construir um “novo tempo” na vida desses nossos adoráveis catequizandos, amados filhos vossos. Para isso é preciso que  estejamos sintonizados no mesmo “canal”, falando a mesma linguagem, certos do caminho que estamos seguindo e principalmente cientes e conscientes do compromisso que eles irão assumir ao receber o Sacramento da Crisma. A hora é agora!! Contamos com a vossa valiosa participação juntamente com vosso filho/vossa filha no ENCONTRO QUE SERÁ REALIZADO DIA (data, local, horário). 

Tema: CRISMA 
Até lá que vossos dias sejam abençoados! 
Paz!! 
Ana Mª, Ana Cristina, Rosangela, Rosalina e Sueli – Catequistas do 5º tempo

Outro convite: 
PARÓQUIA N. SRA. DAS GRAÇAS CATEQUESE – 5º TEMPO/2013 
"Sem Mim, nada podeis fazer" (Jo 15, 5) 
O que estamos fazendo??
Queridos pais, em cada encontro que promovemos estamos crescendo entre amigos, família e comunidade, estamos adubando a semente da nossa fé, e também abrindo o nosso coração para acolher e expressar o amor de Deus. É nesse sentido que queremos convidá-los para mais um encontro especial, onde juntos podemos alimentar aquilo que Deus nos entrega com alegria: a inteligência e a partilha.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O QUE SIGNIFICA O SINAL DA CRUZ FEITO SOBRE A TESTA, OS LÁBIOS E O CORAÇÃO?


Aprendemos este gesto desde crianças, mas realmente conhecemos seu verdadeiro significado?

Nas normas expostas no Missal Romano, quando se explica o comportamento indicado para o momento da proclamação do Evangelho, estabelece-se que o diácono ou o sacerdote que anuncia a Palavra, depois de ter feito o sinal da cruz sobre a página do Lecionário, deve fazê-lo também sobre a testa, sobre os lábios e sobre o coração.

O sinal da cruz triplo também é feito pela assembleia. E tudo isso não pode ser considerado como mero ritual, mas um forte convite que a Igreja faz, sublinhando a grande importância dada ao Evangelho.

A Palavra de Deus, que é sempre a luz que ilumina o caminho dos fiéis, precisa ser acolhida na mente, anunciada com a voz e conservada no coração. Tudo isso nos recorda que é necessário nos empenharmos em compreender a Palavra de Deus com atenção e inteligência iluminada.

Esta Palavra deve ser anunciada e proclamada por todo cristão, porque a evangelização é um dever de todos os batizados. Precisa ser amada e guardada no coração, para tornar-se depois norma de vida.

Todos nós somos convidados a examinar-nos sobre como acolhemos o Evangelho, como nos comprometemos no anúncio desta mensagem, como conformamos nossa vida segundo suas indicações.

Somos convidados a ser um "Evangelho ilustrado", o "quinto Evangelho", não escrito com tinta, mas com a nossa própria vida.
Acolhamos com a mente, anunciemos com os lábios, conservemos no coração o tesouro da Palavra de Deus e, ao longo deste caminho, confiemos nossas vidas ao Senhor, para sermos reflexo da verdadeira luz em meio às trevas do mundo de hoje.

Artigo do Pe. Antonio, monge no Mosteiro de São Bento, de Monte Subiaco, Itália 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Ei catequistas, que 'sapos' temos sido!!!!????


Hoje acordei com essa fábula martelando minha mente. Muitos já conhecem, até já postei ela por aqui. Mas, se até as novelas são reprisadas, porque não, a história desses dois sapinhos. Gosto das parábolas, vejo que elas bem narradas desperta corações e dá uma bela cutucada. Algumas são tão profundas que nos fazem sair do nosso cômodo buraco. Nesse período onde nossa catequese, tem nos convidados a dar alguns pulinhos, essa fábula do sapinho sapeca, vem a calhar. O catequista precisa ser também um bom contador de histórias...Vamos treinar!!!

Parábola: O buraco, o sapo e o sapinho sapeca

Um dia, nasceu um sapinho e, quase que no momento do seu nascimento, ingênua e inadvertidamente, caiu num buraco: poft! Ali ficou. Era razoavelmente amplo, tinha água, era escurinho, aquecido, livre dos perigos, havia o necessário para a sua sobrevivência, enfim, era um mundo maravilhoso aquele seu buraco.

O tempo foi passando, o sapinho transformou-se em sapo, em sapão… e um sapão gordo, inchado e numa zona de conforto, daquela que ele pediu a Deus.


Num certo dia, ele acorda em meio a um barulho estranho e novo, para o mundo em que vivia: caiu bem perto dele, um bicho estranho e meio peçonhento.
” _ Ué! Quem é você?! – pergunta ele, assustado.
” _ Sou um sapo, ora!”- respondeu o estranho visitante.
” _ Mas, sapo sou eu!”- questionou o habitante do buraco.
” _ Meu amigo, existem milhares de sapos no mundo lá fora.” – retrucou o outro.
” _ Mundo lá fora?! Como assim?”- indagou o dono do buraco.
” _ É, meu amigo… o mundo lá fora é maravilhoso. E uma das coisas que faz com que ele seja mais maravilhoso ainda, são umas criaturinhas especiais, razão maior da nossa vida de sapo: as sapinhas. Além disso – continuou ele – é magnifico o entardecer, quando ficamos todos juntos, cantando nas lagoas e nos alimentando dos mosquitos que voam desgovernados.”
” _ Lagoas?! Mosquitos?!”- mais surpresas para o velho e acomodado sapo.
” _ E tem mais: quando anoitece, é lindo o céu cheio de estrelas!”- ressaltou, romanticamente, o sapinho sapeca.
” _ Epa! Aí você não me pega. Eu também, todas as noites, consigo contar quatro a cinco
estrelas, vistas daqui de casa.” – gabou-se o acomodado.
” _ Pois é, meu amigo. Aí é que está a nossa diferença: eu posso contar, aliás, nem posso, pois são milhões e milhões de estrelas…”
E, assim, o sapinho sapeca foi dissertando sobre as belezas e vantagens do mundo lá fora. Mas, parou um pouquinho e, reflexivamente, prosseguiu:
” _ Por outro lado, tem um bicho terrível, do qual precisamos ter muito cuidado e que não tem reconhecido o quanto somos úteis no processo de equilíbrio do meio-ambiente… quando a gente menos espera, ele chega, de repente e chuta a gente e gente rola, rola, que parece uma bola murcha… as vezes nos ateia fogo e a gente sai pulando, pulando queimando nosso corpo: é o bicho-homem. Além do homem, tem outro bicho traiçoeiro, peçonhento, e que precisamos estar sempre em alerta: as cobras. Mas é bom. Bom, não!… é ma-ra-vi-lho-so viver e amar esse mundão todo!… Bem tá ficando tarde; eu vou dar um pulinho e continuar meu passeio. “
” _ Pulinho?!”- surpreendeu-se mais uma vez o sapo do buraco.
” _ Sim, meu amigo. Sapo pula!! E a propósito, você não gostaria de ir comigo?
“_ Pensando bem, com esse negócio de ‘homem’… de ‘cobra’… desses perigos todos que você falou, acho melhor não. Prefiro ficar por aqui. Pelo menos, aqui eu sei que tá bom. Pode ir… eu tô muito bem aqui.”


E assim, termina o encontro do sapo do buraco com o sapinho sapeca, um acomodado, preguiçoso, enfurnado no seu mundinho limitado, curtindo a felicidade ao seu modo; o outro, entusiasmado, ágil, criativo, buscando sempre coisas novas, ambientes novos, novos amigos, novas realizações.



QUE LIÇÕES PODEMOS TRAZER PARA NOSSO MUNDO CATEQUÉTICO???

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Visita querigmática!


Testemunhando...

Estamos para iniciar nossas turmas com a IVC(Iniciação à vida Cristã) com adultos e estamos visitando cada um deles.


Ontem à noite, fomos visitar um catequizando(evangelizando) adulto, e quando chegamos na casa, não era um, mas, três, padastro, a enteada com o namorado...De momento, a gente chega e vai fazendo um reconhecimento do terreno, aguardamos com paciência que desliguem a TV e os celulares, para que possamos iniciar nossa conversa/anuncio.

Esse momento querigmático, começa sempre, falando do amor de Deus, do quanto são amados por esse Deus, em seguida falamos sobre a maior prova de amor, que foi ter doado seu filho para nossa salvação. Deixando claro que, se eles procuraram a comunidade para serem iniciados na fé, isso mostra que já começou aí, um processo de fé e conversão... Claro, fundamentado numa passagem bíblica escolhida e preparada antecipadamente. O anúncio, começa mais ou menos por aí, até que o evangelizando começa a partilhar, a colocar pra fora o desejo, essa sede de Deus... E até tentam explicar o porque do afastamento.

Mas, para o evangelizador, isso não tem peso, o que importa, é que esse é o momento do encontro. É importante que ele se sinta acolhido, amado, do jeito em que se encontra.

Nessa visita em questão, foi lindo, muito lindo, ver a sede daquele homem, falando com emoção: "Eu vou a missa todos os domingos, gosto do sermão do padre, mas sinto falta, muita falta de receber a comunhão.... fui criado numa família que rezava o terço todos os dias... e eu fui só batizado... Minha filha está catequese, e eu estou sentindo falta... Eu quero, que quero, eu quero..."

Por esse e por tantos outros testemunhos, é que valorizo a IC  na idade infantil... Quantos pais são despertos durante o processo de catequese dos filhos... quantas conversões... quantos, sentem o desejo de também servir, trabalhar em alguma pastoral, quantos catequistas descobertos no grupo de pais...

Só mesmo quem está com a mão na massa sabe do valor dessa catequese... 

Então, não me venham com teorias sem práticas... Podemos e DEVEMOS ir atrás dos adultos que não foram evangelizados, mas, em momento algum acho que uma catequese é mais importante que a outra... Nossos pequenos, adolescentes, em muitos casos, são canal da graça para seus pais... Precisamos aproveitar desse período que temos com os filhos, para evangelizar, catequisar os pais... e olha, são uma multidão, que passam todos os anos por nossas paróquias, e muitas vezes os deixamos simplesmente, passar...

E podem dizer: A Imaculada está ultrapassada, não entendeu ainda o que a Igreja está pedindo?? Ainda está nessa de catequese com crianças... Não estou ultrapassada, estou mais atualizada do que muitos podem pensar... Tanto é que vou iniciar uma turma de iniciação cristã com adultos(pais), resultado do trabalho feito com os pais, cujo filhos estão na catequese... e Também temos o zelo em acompanhar as famílias sacramentalizadas, mas não evangelizadas, com encontros de catequese permanente...

Catequizandos que iniciam na idade infantil e que percorrem todo processo organizado, pensado, atualizado dentro do que a Igreja vem nos pedindo, não haverá necessidade de ser evangelizado lá na frente. Estamos trabalhando pra isso. 

Concordo e não meço esforço na conscientização, na mudança de mentalidade, de que CATEQUESE NÃO É COISA DE CRIANÇA... Mas, sinceramente, vejo que tem muita gente fazendo essa leitura ao pé da letra. 

E podem levar essa minha fala para os estudiosos da IVC, bispos, catequetas... pois estou aberta a um bate-papo... E se me provarem que estou errada, farei de tudo para me converter!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Um café com sabor de Deus

Gosto muito de café. Tomo uns três ou quatro por dia. A meio da manhã tem de ser. Como aquele que diz que se não for à missa ao Domingo nem é Domingo, manhã para mim sem café nem é manhã. Alguns paroquianos, um ou dois em particular, ligam e dizem Vai um cafezinho? E lá vou eu para o café. Não consigo estar lá muito mais tempo que aquele que demora o tomar do café. Mas sento-me à conversa, que também é bom e sabe tão bem como o café.

Há dias numa destas ações matinais, uma senhora chamou-me para a sua mesa. Estava sozinha, lendo o jornal. Primeiro, de costas um para o outro, foi metendo conversa. Depois convidou-me e acabei por me sentar a seu lado. Foi desabafando e contando que há mais de um ano que não ia à missa. Explicava-se, comprimia-se, metia as mãos uma na outra, remexia-se na cadeira.

Dizia que não tinha motivos para ter deixado de ir à missa, uns mal-entendidos, umas histórias de mulheres. Desfiava coisas do passado que agora não achava bem, mas tinham acontecido. Depois de tanta palavra puxa palavra, perguntei-lhe se não gostaria de se confessar, pois que aquilo era uma autêntica confissão. Mas aqui, perguntou ela. A não ser que não queira, respondi. Sorriu e disse que sim. Estava mesmo a precisar, senhor padre. E foi logo ali, naquela mesa de café que se confessou e que recebeu a absolvição.

O café estava praticamente vazio. Mas que não estivesse. Seria igual. Afinal, qual é o lugar mais sagrado para o perdão de Deus? É aquele onde esse perdão for mais genuíno. Além disso, quem mais precisa encontrar-se com o perdão ou a mão de Deus, não se encontra, geralmente, dentro das quatro paredes de uma igreja ou das quatro portadas de um confessionário. Naquela manhã o café soube-me muito melhor. Soube-me a uma presença especial de Deus. A ela também de certeza, pelas palavras com que terminamos a conversa e nos despedimos. Obrigada, padre. Veio mesmo a calhar. Já há muito que precisava deste momento. A partir deste Domingo vou passar de novo a ir à missa.


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Jesus, o pedagogo por excelência!



Hoje a noite, tenho um encontro com catequistas numa paróquia de minha diocese. Preparando,  me vi pensando em algumas coisas, aliás, todos esses dias tenho pensando muito sobre o que passar aos catequistas. Deixo registrado aqui,  o que trago em meu coração nesse exato momento...

A grande inquietação de muitos catequistas, está em como conduzir os encontros... Fico aqui, pensando e sei que não existe receita pronta. Ao mesmo tempo, me pergunto: O que fazer para atrair, criar proximidade, tocar, contagiar? Qual é minha meta na catequese? Passar todo conteúdo de uma programação apertada ou promover um ENCONTRO com Cristo, mostrando com entusiasmo(transbordando Deus, cheia de Deus), como é bom, como é lindo, como é prazeroso, gratificante estar ao lado dessa PESSOA.

"No primeiro encontro mistagógico, pós-comunhão, com minha última turma, eu fiz uma pergunta: "O que vocês sentiram ao receber Jesus Eucarístico pela primeira vez?
Eu fiquei atenta às expressões, aos olhares, porque precisava sentir que havia emoção, entusiasmo... Que aquele ENCONTRO, havia feito a diferença. E foram relatos lindos, emocionantes... Mas, teve um, que me deixou paralisada: "TOQUEI NELE!" Sim, só com essas palavras, mais nada, 'toquei nele'."

Abri esse parênteses, pra mostrar que quando uma pessoa tem seu encontro, o contato com a Pessoa de Jesus, essa pessoa vai querer aprofundar, vai querer saber mais e mais.

E pra isso acontecer, precisamos de catequistas mistagogos, que exale pelos poros o odor de Cristo, que fale com paixão, que consiga fazer da doutrina, uma mensagem.

Porque temos hoje, tantos católicos indiferentes? Não preciso responder, mesmo porque o mundo está gritando, estamos numa tremenda crise de fé... Porém, toda crise, traz bons frutos, novas perspectivas.

O que fazer? Precisamos mudar! Como fazer?

Então, me lembrei de Jesus,  O CATEQUISTA... nosso pedagogo, por excelência!!
O que Jesus dizia aos seus chamados: 'VINDE E VEDE'
ELE não dizia: Sente-se aqui, que vou te explicar.
Os que o seguiam, fazia a EXPERIÊNCIA.

Claro que havia doutrina, ensinamentos,  mas isso era feito de uma forma experiencial, vivencial. Até mesmo quando ele contava as parábolas, ele contava e quase nunca explicava o sentido daquela parábola, mas deixava no ar, para que refletissem em grupo, ou até mesmo em seus corações.

Cabe bem aqui lembrar que FALAR, ATÉ PAPAGAIO FALA...
e cá entre nós, como é irritante aquela fala do papagaio...
Quando ele destampa a falar, a vontade é de colocar uma mordaça...

Então, será que muitos catequizandos, não tem vontade de amordaçar seus catequistas????

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Coisas soltas! Só pra pensarmos um pouquinho!

Imagens que capturei de algumas formações por aí!!

 A importância para o catequista saber trabalhar em grupo! Queremos atingir a meta? Dificilmente teremos êxito, sozinhos!!




 Falamos tanto, mas tanto, que tem gente ,  não aguenta mais ouvir falar sobre isso e se manifestam dizendo: "Vocês se prendem em detalhes tão pequenos! Dão bola pra cada coisinha!"
Será que são mesmo detalhes pequenos, 'coisinhas', querer desescolarizar nossa catequese!!!
E mais, de nada adianta mudar o visual, se não aconteceu a mudança de mentalidade. "Por fora bela viola, por dentro pão bolorento!!"


Mais fácil, formar, lidar com  um catequista iniciante, do que mudar a maneira de pensar e agir de 'tantos' atuantes, que vivem sob o efeito Gabriela: eu nasci assim, vou sempre assim... Será que é impossível, tirar certos vícios! Será que essa mudança de mentalidade é algo tão complicado!!! Conversão pastoral, já!

Como tem sido a capacitação de nossos 
FORMADORES E LIDERANÇAS???

Só para descontrair!
Ailás, como está seu senso de humor???



quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Canção de Catequista



Catequistas, essa não é para curtir apenas, vale a leitura atenta... Serve para nós!!

"Sou catequista e devo tocar na ferida, falar daquele problema e tocar fundo nele. Tenho que saber mais do que dizer palavras bonitas e frases decoradas..."

O mundo é o que é. Nós, que anunciamos Jesus, somos chamados a transforma-lo naquilo que ele deveria ser. Nossa luta é para que, um dia, o mundo não seja mais isto que é e, sim, aquilo que dele se espera. Fomos batizados, crismados, ordenados e inspirados para interferir nele. Jesus orou para estarmos no mundo sem compactuar com o mundo, (Jo 17,9) que é como um barco em alto mar e nós o conduziremos ao porto para onde deve ir. Queremos influenciar na sua rota. E faremos isso sem nos transformarmos em fanáticos ou ditadores.

Porque o mundo tem alegrias e tristezas, amor e desamor, riso e lágrimas, prazer e dor, vitória e cruz, morte e ressurreição, ódio e vingança, torturas e assassinatos, corrupção e desordem, democracias e ditaduras, desemprego, suicídios, estupros, ganância e violência, choro de pai e mãe, crianças apavoradas, vizinhança assustada, traficantes ameaçando, ladrões em todos os cantos, medo e angústia nas ruas e nas casas, seqüestros e chacinas, ganhos e perdas, verdade e mentira, dominadores e dominados, bandidos e anjos, assassinos frios, pequenos e grandes arruaceiros e invasores, gente desmesuradamente rica e poderosa, paises absurdamente gananciosos, traficantes que movimentam bilhões, armas fatais, terrorismo e banditismo internacional, FMI, ONGS, Multinacionais, MCE, ALCA, Mercosul, G-8, Comando Vermelho, PCC, assassinos unidos, policiais-bandidos, bons policiais assassinados pelas costas, juizes silenciados, fome nas casas, sangue e sexo na televisão, dízimo demais nas igrejas, imposto demais, dívidas demais, promessas mentirosas, anjos demais, fé mágica, gente escondida e rezando, mas sem ir lá como fermento na massa, manipulação da fé, pregadores se auto- promovendo, exploradores da crendice popular, fé confusa, pregadores criando doutrinas esdrúxulas, anjos de plantão no céu, que atendem só se rezarmos determinados salmos e só das 11 às 11, 10hs, demônios especializados em dor de dente, dor de cabeça, dor de barriga, pregadores inescrupulosos a inventar anjos e demônios, políticos sem ética, escolas sem disciplina…

Porque leio e vejo tudo isso todos os dias, assim que acordo e abro os olhos, eu entendo que não posso me calar nem ficar numa sacristia de igreja ou num canto de sala, pedindo ao Senhor que me faça feliz, me salve e cuide apenas de mim. Não sou, nem quero ser assim tão especial e importante. Os anciãos, que já deram suas vidas pelo reino, os enfermos que não podem ir lá, têm esse direito. Eu não! Eu tenho que ir e oferecer respostas. Sou catequista e devo tocar na ferida, falar daquele problema e tocar fundo nele. É isso, isso, isso e mais aquilo! Tenho que saber mais do que dizer palavras bonitas e frases decoradas. Os profetas entravam de cheio nos problemas do seu tempo. É por isso que os reis ficavam furiosos com eles e alguns deles foram esfolados vivos mortos, inclusive Jesus.

Por isso, eu louvo a Deus pelo que ele fez e faz e pode fazer. Mas, logo depois disso, começo a pedir perdão por meus erros e a interceder pelo mundo. E, na hora em que me pedem que suba a um palco e cante, eu canto sobre tudo isso. Sinceramente eu não saberia só louvar, nem só pedir perdão, nem só pedir graças para mim. Eu analiso, exorto, anuncio e denuncio. Se alguém explodiu uma bomba numa creche, pode ter certeza que naquela tarde cantarei um canto contra a violência, outro sobre as crianças e outro sobre as mães que choram. Naquele dia talvez não cante nenhum “eu te louvarei”. E acho que Deus vai entender.

Respeito o pensar dos outros catequistas e cantores. Mas eu canto o dia a dia, os sonhos e as dores do meu povo. Se eu estiver para entrar no carro me levará para uma tarde de louvor e se souber que uma hora antes alguém seqüestrou alguém naquela cidade, eu mudo o tema e a pregação. Farei uma tarde de súplica, de penitência, de exortação à paz e de intercessão pelos seqüestrados. Minha canção é catequética. Eu canto pensando no céu, mas espiando para os lados. Quero cantar o dia a dia do meu povo. Falo de feto e desafeto, de casais que se separam, de gente que nunca viu um anjo, de gente que não sabe rezar, de bandidos que assustam, de povo que põe fogo em ônibus, de sem terra, de Dona Márcia cuja filhinha amanheceu morta de fome, de trabalhadores sem salário, de sapateiros, de verdureiros e dos meninos da Febem.

Muitos de meus irmãos escolheram ser cantores que louvam. Dez de cada dez canções deles falam de louvor. Eu os respeito e aplaudo. Mas não deixo de perguntar porque não cantam sobre outros temas da fé. Sei que os incomodo com isso, mas eles são os catequistas que o povo mais escuta. Então, porque não dão ao povo uma catequese sobre outros temas? Há um catecismo de mais de 800 páginas à espera de ser musicado! Meu caminho é o de quem repassa o catecismo e o analisa, enquanto tenta influenciar o político e o social do meu povo. Meus modelos? O rei Davi e o diácono Efrém! Os salmos louvam, mas também anunciam, exortam e denunciam. Um dia, pendurarei minha harpa no salgueiro.( Sl 137,1)

Agora, enquanto posso, enquanto ainda me tocam nas rádios e nas missas, e enquanto ainda vem gente me ouvir, eu canto o cotidiano do meu povo. O lobo e o cordeiro ainda não estão bebendo nas mesmas águas. Eu canto para que o lobo fique mais manso e o cordeiro aprenda a se defender.

Pe Zezinho

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Avaliação na catequese??? Fala sério!!

Outro dia, uma catequista me perguntava, como deveria fazer a  avaliação na catequese. Foi quando, me lembrei dessa postagem... Publico ela novamente para que possamos conversar um pouquinho sobre essa questão...  Vamos desescolarizar nossa catequese!!!   Vejamos!!




Avaliação... lembra escola, matéria decorada, aquele 'zero" tão temido, recuperação, chateação, broncas, castigos...

Embora temida, é necessária, pois é através dela que o professor analisa o que precisa ser revisto, reforçado, enfim, é uma forma de medir os resultados...

E na catequese? Como catequistas, podemos e devemos nos avaliar sempre, já que estamos em constante processo de feitura.Se a catequese é permanente, nossa formação também deveria ser.

Vamos nos aperfeiçoando, nos moldando a cada dia, a cada encontro. Eu sou muito crítica comigo mesma. A cada encontro, enquanto guardo minhas coisas, já me pego avaliando o encontro dado. O que foi bom, o que não foi, o que posso acrescentar, o que devo abolir. Fico péssima, de mal humor quando não consigo desenvolver bem o encontro, principalmente quando vejo que foi por que não me preparei direito.

Mas, e com relação a "avaliação com os catequizandos"? Estamos tentando desescolarizar a catequese e precisamos ter uma pouco de cautela na maneira de conduzir as tais "avaliações".

Pense! Que chato para um catequizando depois de ter saído de uma avaliação escolar, escutar na catequese: "Estudem, semana que vem teremos avaliação!"



Eu, prefiro usar o termo 'REVER'. Podemos rever através de jogos, atividades em grupo, não se preocupando com "notas".


Na verdade, a melhor avaliação é quando o catequista observa mudanças de atitudes, de comportamento de seus catequizandos. Quando você vê a família toda participando da missa. Quando nota a participação dos pais no processo catequético do filho. Quando você percebe que seus catequizandos vem com alegria para os encontros. 

Cá entre nós... Se eu fosse me avaliar desde quando entrei na catequese, eu daria nota "zero" pra muita coisa. Pelas vezes que pedi para estudarem para a avaliação. Pela ansiedade causada, quando eles não conseguiam responder ás minhas questões. Pelas "provas" de recuperação. Quando o catequizando não conseguiu responder nada e não coloquei nenhum "muito bem" ou "Jesus te ama", significando que ele tinha tirado um zero. Quando cheguei ao absurdo de fazer alguns repetirem de ano.

Fazia achando que era o certo. Hoje, vejo o quanto errei, o quanto erramos, pois que toda catequese agia assim.

Graças a Deus, essa catequese, essa catequista ficou pra trás, e revendo tudo isso, vejo que ainda posso melhorar, mas procuro orientar quem está começando, para que não cometam os mesmos erros.

Hoje, vou REVER com meus catequizandos os encontros trabalhados e pode ter a certeza que será muito diferente. Não sei se farei em grupo um "fala sério, com certeza" ou um "jogo da velha".

Avaliação na catequese? Fala sério!

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Atingindo o alvo!

Qual é nossa meta na catequese?
Formar cristãos! 
Não esse tipo de 'cristão' que  esbarramos à toda hora. Meio morno, ou mais pro gelado!!!
E sim, cristão transformado, convicto. Cristão!
Conseguiremos isso, se atingirmos o alvo: o coração...
É algo assim, de coração pra coração...
Transmissão...
Catequese, como transmissão da fé...
Ninguém transmite aquilo que não tem, que não fez antes a experiência... Não podemos nos deter naquele dito que Deus capacita seus escolhidos... Ele faz a parte dele e espera que façamos a nossa...
Insistimos na questão da formação...
Se as necessidades são muitas, também as oportunidades.
Quantos materiais impressos, áudios, vídeos,  tendo em vista a formação do catequista...
Quantos sites, blogs, páginas...
São tantas, que ficamos até perdidos...
Mas, hoje, precisamos focar naquilo que a Igreja tem nos orientado: IVC
E graças a Deus, temos já,  muitas opções...
Naveguemos pelas ondas da IVC, à vontade.

Esse falatório todo, para indicar dois sites que encontrei e que está nessa linha:

"Um dos temas mais discutidos e trabalhados atualmente na Igreja é a Formação . E podemos dizer que acontece em todos os níveis, não parte somente das coordenações e lideranças, mas dos próprios catequistas. É comum em assembleias, reuniões e encontros que os participantes nas conclusões insistem em ter mais formação com cursos e encontros." (Pe Jânison de Sá Santos)

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Ousar, com critérios!

Escrevi esse texto, em maio de 2012,  para o blog CATEQUESE E BÍBLIA, blog da Comissão Episcopal Pastoral para Animação Bíblico Catequética da CNBB, que tem como objetivo, formar, informar, divulgar as ações e o trabalho de nossos catequistas pelo Brasil e pelo mundo.

Quando escrevi esse texto, o fiz na intenção de mostrar que se quisermos mudar alguma coisa em nossa catequese, precisamos de uma certa Ousadia. Damos os primeiros passos em 2009 e digo que,  ainda estamos aprendendo, aprimorando e muito longe, mas muito longe de fazer acontecer a CATEQUESE EM ESTILO CATECUMENAL em nossa paróquia.

ousar, com critérios...
 
Ouvimos com certa frequência que o Catequista precisa ser OUSADO, AUDACIOSO na arte de evangelizar. Segundo Isaac Newton: " Nenhuma grande descoberta foi feita jamais sem um palpite OUSADO" ou: "Viver sem OUSAR é ousar construir sem projetar".

Construir sem projetar... Antes de iniciar uma construção, é preciso ter em mãos um projeto, mesmo que seja apenas uma reforma. Às vezes achamos mais fácil começar uma construção da base, do que fazer uma reforma. Infelizmente, com o passar dos anos, ela é inevitável e por menor que seja, causa grandes transtornos. Tiramos tudo do lugar, aquela quebradeira, cacos, fuligens, poeira, ruídos de máquinas. Enfim, enfrentamos, porque sabemos que o projeto depois de concluído valerá todo sacrifício.

Não sou engenheira, nem arquiteta, sou catequista, estou rodeando para chegar na tão sonhada mudança em nossa catequese. Temos consciência de que essa “construção”(a catequese) com o passar dos anos, tem apresentado algumas rachaduras. Estamos chegando à conclusão que o momento da tão adiada reforma chegou. E somos agraciados, porque para acompanhar essa reforma, temos um arquiteto que é “divino”, o Espírito Santo. Ele está mostrando o caminho através dos documentos, estudos, subsídios, dando todas as coordenadas. É dedicado, está disposto a acompanhar toda obra de perto. Só precisa de pessoas que coloquem a mão na massa, servos obedientes e audaciosos. 

Lembrando que, antes e durante qualquer processo de mudança é preciso levar em consideração o seguinte: “DEVEMOS OUSAR, mas com critérios, sem machucar, destruir as pessoas ou aquilo que foi feito por elas.” Não podemos pensar que tudo o que fizemos até agora foi em vão. Não se trata disso, mas sim de ATUALIZAR, adequar aos novos tempos.

Sobre a missa...


Francisco: "Missa não é evento social, mas sim a presença real de Deus"


Cidade do Vaticano (RV) – A primeira leitura do dia, que fala do aparecimento de Deus nos tempos do Rei Salomão serviu como inspiração para a homilia do Papa Francisco na manhã desta segunda-feira, 10, na Casa Santa Marta. “Jesus, com suas teofanias, fala de uma maneira nova, diferente da Palavra: é uma presença mais próxima, real, sem mediações, é a Sua presença. E isto – continuou o Papa – acontece na celebração litúrgica”. 

Quando celebramos a missa, não fazemos uma representação da Última Ceia: não é uma encenação, é a própria Última Ceia! É como viver de novo a Paixão e a Morte redentora do Senhor. É uma teofania: o Senhor se manifesta no altar para ser oferecido ao Pai para a salvação do mundo”, disse Francisco. 

O Papa explicou que na missa, participamos do mistério da presença do Senhor entre nós. A missa é uma comemoração real: Deus se aproxima e nós participamos do mistério da Redenção. “Infelizmente – lembrou o Pontífice – muitas vezes contamos os minutos olhando o relógio na igreja: este não é o comportamento adequado à liturgia. A liturgia é tempo e espaço de Deus, onde nós devemos nos inserir”. 

A liturgia é justamente entrar no mistério de Deus, deixar-se levar ao mistério e estar nele. Estamos aqui reunidos para entrar no mistério: esta é a liturgia; é o tempo de Deus, o espaço de Deus, é a nuvem de Deus que nos envolve”. “Todos vêem aqui para entrar no mistério, mas – ressalvou – alguém pode estar pensando que veio aqui porque no ‘pacote turístico’, visitar o Papa e participar da missa na Casa Santa Marta estavam incluídos, mas não é bem assim: esta é a liturgia!”

O Papa lembrou que quando era criança, na preparação para a Primeira Comunhão, havia um canto que indicava que o altar era custodiado pelos anjos porque eles davam “o sentido da glória de Deus, de seu tempo e espaço; nos ensaios, diziam às crianças que as hóstias que estavam ali não valiam nada, pois deviam ser ainda consagradas”. 

Seria bom pedirmos ao Senhor que nos dê o “sentido do sagrado”, este sentido que nos faz entender a diferença entre rezar em casa, na igreja, rezar o terço, fazer belas orações, a Via Sacra e outras coisas lindas, como ler a Bíbia... e a celebração eucarística. Na celebração, nós entramos no mistério de Deus, num caminho que não podemos controlar: só Ele é Única, Ele é a glória, Ele é o poder, Ele é tudo”
(CM)

do site da Rádio Vaticano 


sábado, 8 de fevereiro de 2014

Shekinah

Participando do curso de janeiro na unisal, sobre CMC - curso metodologia catequética, aprendemos essa dança circular, com um catequista de Belém (Pará), o Joselito Ribeiro.
 Profunda, envolvente, reflexiva, celebrativa, mistagógica.
Aprendi, fiz a experiência, gravei, para partilhar com vocês.
 Podemos fazer num encontro de catequese, com catequistas, juventude...

Estejam atentados aos gestos...
- Acertar o compasso... Como é difícil, caminhar todos no mesmo rítmo...
- As mãos -  A direita sobre a esquerda...
Sua mão direita, é colocada por cima da mão esquerda do amigo à sua direita...
Sua mão esquerda, fica por debaixo  da mão direita do amigo à sua esquerda...
Lembrando que, aquilo que damos, recebemos... 
Estendemos nossa mão à alguém , enquanto tem um mão estendida pra nós...
 Deus se revelou, se manifestou à Moisés.. e continua se manifestando ao seu povo....
Quando cantamos a parte que diz:
visitou, se revelou, faça os gestos olhando nos olhos das pessoas...

Lindo...só fazendo a experiência!

video


O vocábulo "shekinah" não aparece na Bíblia, é uma transliteração da raiz hebraica "shkn"= habitar. Literalmente, a palavra significa assentamento, habitação ou moradia.
Refere-se à glória visível de Deus habitando no meio do seu povo. Usa-se este vocábulo para designar a presença radiante de Deus, como vista na coluna de fogo, no Monte Sinai, no Propiciatório entre os querubins, no Tabernáculo, no Templo, etc.
Embora a palavra "shekinah" não apareça na Bíblia, há alusões à glória de Deus ("shekinah") em diversas passagens (Cf. Ex 33,18-20), no "Anjo" - os aparecimentos pré-encarnados de Cristo - ou na "nuvem" (Ex 14, 19). A Shekinah diz respeito à nuvem que cercava a glória (Ex 40.34), parecia uma nuvem pesada através da qual chispam os relâmpagos (Êx 19,9-16).
Além dos vários relatos indicando a presença ou a glória de Deus registrada no Primeiro Testamento, muitos cristãos também consideram que a Shekhinah tenha se manifestado em inúmeros casos no Novo Testamento, com Jesus de Nazaré.
Emanuel - O nome hebraico “Emanuel” pode ser traduzido como “Deus conosco” ou “Deus está conosco”. O termo é atribuído a Jesus de Nazaré, por conta de sua ação como Messias, Filho de Deus.

Música: Shekinah – Emanuel
(Pe. Zezinho, scj)

Apareceu lá no acampamento
Montou a sua tenda entre nós
Compartilhou dos nossos sentimentos
Ouvia pressuroso a nossa voz

Shekinah Emanuel
Deus desceu do céu
Visitou se revelou
Deus se revelou

Impressionou por sua caridade
Chorou com quem chorava demais
Foi semeando luz e liberdade
Encheu o acampamento de paz.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Eis, os contemplados do sorteio!

22 participantes... Todos, mais que vencedores em Cristo!!!

Dizem que é melhor dar, do que receber presentes. Eu gosto de receber presentes, e quem diz não gostar, está mentindo, e usando até de uma falsa humildade. Porém, em se falando da alegria entre dar e receber, posso testemunhar que é gratificante demais fazer a alegria dos outros. Pena, não poder presentear á todos os participantes. Mas, também isso, nós catequistas trabalhamos bem em nossos encontros, na verdade, até preparamos nossos catequizandos para saber ganhar e perder. É a vida, nua crua. 
Mas, olha, vocês não podem imaginar a alegria que senti ao ler cada relato, como  vibrei com O QUE BOM, com as conquistas, alegrias... Como fiquei angustiada ao ler o QUE PENA, pois pude perceber mais uma vez, que comungamos das mesmas dificuldades, conflitos... Como me enchi de esperança, ao ler o QUE TAL, pois mesmo com tantos 'que pena', os catequistas continuam sonhando e estão dispostos a melhorar suas catequeses, se formando, buscando, questionando, propondo...
Então, posso dizer, que a presenteada fui eu e isso , me motiva a continuar com o blog, rumo aos cinco anos. Que seja um ano de muitas conquistas, que tenhamos muitas experiências para partilhar, bons ouvidos para escutar os clamores e o dom do conselho, para saber dar uma resposta, animando,motivando, contagiando a quem por aqui passar...
Abaixo, deixo as participações dos ganhadores, peço à Maria da Penha, que faça sua avaliação, pois ficou faltando. A avaliação é imprescindível para participar do sorteio.

Fiz questão de responder à todas as participações, manifestando meu carinho, minha alegria... 
Muita coisa boa partilhada lá, acho interessante, a leitura...http://imaculadacintra.blogspot.com.br/2013/12/celebre-comigo-meus-04-anos-como.html#links
Espero que faça bom uso dos presentes e partilhem conosco...
Grande abraço a até a próxima!!!
Imaculada Cintra
Olá Imaculada, tudo bem? 
Primeiro Gostaria de parabenizar pelos 4 anos do blog, nossa, passou rapidinho hein? Lembro de quando comecei a blogar e encontrei o seu, paixão a primeira vista rsrsrs
Agora, também quero participar deste super sorteio! Então vamos avaliar:
QUE BOM que fui convidada para coordenar a catequese de minha paróquia, pois como apaixonada pela catequese é mais uma oportunidade de dar mais de mim em favor do Reino. Também participei de duas escolas catequéticas, uma diocesana (em Criciúma) e outra regional (Lages) foi gratificante demais!
QUE PENA que pude perceber que nem todas catequistas estão apaixonadas por esta linda vocação e que reclamam muito, principalmente dos pais, mas elas mesmas são muito ausentes.
QUE TAL continuar tentando despertar em nossos catequistas um amor profundo pela catequese, e assim seguir em corrente contagiando pais e catequizandos?! Meu sonho!!!

Beijoca pra vc e obrigada pela oportunidade!!!
Paz e bem!

Olá querida, na época do post eu vi mas deixei para pensar e voltar depois...

QUE BOM... pela graça de Deus e um empurrãozinho de Nossa Senhora perseverei na oração e me mantive fiel ao projeto de Deus na minha vida através da evangelização na internet.

QUE PENA... Ter ficado afastada do trabalho pastoral na paróquia por conta dos motivos particulares e de saúde de meu pai.

QUE TAL... Estou voltando para assumir uma turminha! Hoje minha coordenadora virá aqui em casa para conversarmos e trocarmos ideias. Quero muito viajar e participar de formações para crescer como pessoa e na fé. Sonho e sinto que 2014 será O ANO que marcará nossa vida catequética, que Jesus envie Seu Espírito e realize o que precisa em nós e no projeto Catequistas Unidos.

E um último... que tal ganhar no sorteio hoje??? rsrs Eu quero!
Beijos!

Parabéns amiga!!Nossa como passa rápido já 4 anos que Deus abençoe muito ,todo esse carinho que tem todos os catequistas "Imaculada é cultura ,informação e aprendizado!Muito obrigada amiga!

Que bom, eu fico feliz em ver as  mudanças na catequese com tempinho de caminhando.Em pensar em todas mudanças,pois quando comecei na catequese era teologia da libertação, pois é até partido politico começaram nós altares da Igreja.Participando de todas as mudanças ,o meu crescimento na fé e no AMOR á JESUS foi só aumentado.O DESEJO DE FAZER CADA VEZ MELHOR É MUITO GRANDE.Esse ano desejo muito que eu como coordenadora do  santuário consiga passar muito amor para cada catequista, sintam mesmo através de mim essa Paixão em anunciar.Que pena que nem todos estão na sintonia desse amor.

Que tal seria se todas as Paroquias caminhasse juntos.Pois é o sacerdote do Santuário meu Paroco esse ano vai visitar todas paroquias da Arquidiocese ,teremos material á vista.NOVO DIRETÓRIO DA ARQUIDIOCESE.


  1. Imaculada, uma breve partilha sobre essa missão de catequista.

    Que Bom: Que Bom que a Igreja tem investido cada vez mais na formação dos catequistas, visando uma catequese mais elaborada, vivida e rica, onde os catequisandos possam ser alimentados com a palavra de modo mais trabalhado.

    Que Pena: Que Pena que muitos Párocos, Catequistas e Formadores não se interessam nas formações, e vivem a catequese com uma frieza, limitando assim o encontro do Catequisandos com o Cristo Ressuscitado.

    Que Tal: Que Tal, no ano que se inicia nós enquanto Catequistas nos propusermos a buscar melhores formações para que nossos Crismandos possam cada vez mais "beberem da fonte de agua viva" a fonte da evangelização que é o próprio Cristo.