quinta-feira, 8 de junho de 2017

Roda de conversa busca despertar olhar sobre “Iniciação à Vida Cristã”


Compartilho com vocês esse vídeo, achei bem esclarecedor. Nos alegremos com essa conquista. Vamos todos aos poucos tomando consciência do que consiste a catequese. Como fazer acontecer o processo de iniciação à vida cristã em nossas paróquias?
"Os membros da Comissão para o Tema Central: “Iniciação à vida cristã” da 55ª Assembleia Geral da CNBB, prepararam uma roda de conversa sobre o assunto, editada no vídeo abaixo.
Tema de grande importância para a Igreja do Brasil que, em breve, se tornará um documento oficial da entidade. O vídeo ajuda a aprofundar o tema e ver como desdobrá-lo em diversos espaços." (http://cnbb.net.br/roda-de-conversa-busca-despertar-olhar-sensivel-sobre-iniciacao-a-vida-crista/)
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sexta-feira, 5 de maio de 2017

simples assim...

... complicado seria você querer explicar mistério tão grande!

A Santíssima Trindade, para mim, é o jardim da plenitude! 
Misterioso ramalhete de uma flor só! 
 (Padre Mauro José Ramos)

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Aparecida: aprovado documento final. Igreja, casa da iniciação cristã



Aparecida (RV) – Penúltimo dia da 55ª Assembleia Geral da CNBB, no Santuário Nacional de Aparecida (SP). O dia começou com a Santa Missa no Santuário, presidida por Dom Jaime Spengler, Arcebispo de Porto Alegre.
Tivemos ontem a votação e aprovação do texto do documento final do tema central da Assembleia sobre a iniciação à vida cristã. O texto, cuja elaboração ficou a cargo de uma comissão montada especialmente para sua elaboração recebeu acréscimos durante os trabalhos da Assembleia Geral. Agora com a aprovação pelos bispos, o texto será assumido como um documento oficial da CNBB.

O texto do tema central de profunda qualidade, busca corresponder aos desafios pastorais identificados pela missão da Igreja e acima de tudo procura por em pratica as diretrizes gerais da Ação evangelizadora que convoca a ser Igreja: casa da iniciação cristã.

Em conversas com os jornalistas em Aparecida o Bispo auxiliar de Porto Alegre (RS), Dom Leomar Brustolin destacou a preocupação do episcopado com o tema da iniciação à vida cristã. Ele falou de algumas preocupações, por exemplo, como a questão da transmissão da fé às novas gerações e a grande preocupação da Igreja em formar não só adeptos, mas discípulos. “É preciso avaliar e dizer quais caminhos retomar”, disse.

Por isso, a missão dos bispos é traduzir toda a linguagem que for técnica de forma acessível e concreta para a pastoral, por isso o texto constatou que muitas paróquias do Brasil já conhecem a iniciação da vida cristã, mas também o fato de que muitas ainda não chegaram neste ponto, e por isso, o mesmo visa uma retomada dessa caminhada.

É um conciso dirigido a um público que seria os catequistas em primeiro lugar, com linguagem acessível, direta e com mudança de prática. Uma renovação paroquial, não é uma reforma de catequese, mas uma conversão pastoral de toda comunidade para acolher, inserir, e comprometer os novos cristãos.
Sobre o documento nós conversamos com Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá, PA….

Conversanos ainda com Dom Jacinto Inacio Flach, Bispo de Criciuma, SC…
Já o Arcebispo de Olinda e Recife (PE), Dom Antônio Fernando Saburido, recebeu com alegria a notícia de que Recife sediará o XVIII Congresso Eucarístico Nacional (CEN), de 12 a 15 de novembro de 2018. “Vamos trabalhar para fazer um belo Congresso e ajudar aquela comunidade a cada vez mais se comprometer com o Cristo Eucarístico”, prometeu.
Dom Saburido contou que a realização do Congresso será algo muito bom para a arquidiocese de Olinda e Recife e para todo o regional Nordeste 2 da CNBB: “os bispos todos estão assumindo conosco este desafio”.
Está é a segunda vez que Recife irá sediar um CEN. A primeira foi em 1939, quando foi promovido o sétimo Congresso.

Outra informação da Assembleia Geral: as Comunidades Eclesiais de Base (Cebs) de todo o Brasil se reúnem em Londrina (PR), de 23 a 28 de janeiro do próximo ano, para o 14º Intereclesial das Cebs. Com o tema “Cebs e os Desafios do Mundo Urbano” e o lema “Eu vi e ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-los”, a iniciativa ganhou destaque durante o encontro em Aparecida.
 
Segundo o Arcebispo de Aparecida (SP), Dom Orlando Brandes, em 2018, o Brasil voltará seus olhos para a cidade de Londrina (PR) como sede do Intereclesial. Para ele, as Comunidades Eclesiais de Base ajudarão a todos a crescerem no profetismo e na dimensão social do Evangelho e da fé: “Para nós sediar este tão grande evento é uma dádiva (…). Certamente o 14º Intereclesial muito contribuirá para que a nova evangelização aconteça e cresça cada vez mais nas estruturas do mundo urbano”.

Fonte:http://br.radiovaticana.va/news/2017/05/04/aparecida_aprovado_documento_final_igreja,_casa_inicia%C3%A7%C3%A3o/1309885

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Medos bobos e coragens absurdas!

 “Não se deve ter medo. Se Deus chama, Ele cuida de tudo. Só é necessário recebê-lo com muita paz, alegria e confiança. Acho que o medo é uma grande desculpa responsável por impedir a verdadeira felicidade que só Deus pode oferecer”

Achei fantástico o testemunho dessa linda jovem! 
E fiquei pensando em nossos medos, que não são poucos. 
Eu tenho muitos, e como diz Clarice Lispector: 'Eu tenho medos bobos e coragens absurdas'.
Muitas vezes, por conta desse medo, dizemos não a algum chamado. E quase que em todos os casos, esse "NÃO" pesa, nos tira a paz. Daí, você percebe que é muito melhor enfrentar, dizer SIM, se preparar e gozar da felicidade de realizar aquilo que Deus te pediu, do que fugir dizendo NÃO.
Falando em medo, veja esse vídeo, que lindinho!
Assista e rompa com medos que te paralisam!
Beijo grande!
Imaculada Cintra



 Noviça Esmeralda Solís / Crédito: Irmã Teresa Gutiérre


Esmeralda Solís Gonzáles é uma jovem mexicana de 20 anos que ganhou um concurso de beleza no ano passado em sua cidade natal e, agora, deixou tudo e ingressou no noviciado das Missionárias Clarissas do Santíssimo Sacramento.
 
Sua história viralizou há alguns dias nas redes sociais, por causa de uma publicação na página do Facebook de Miss México.
Esmeralda nasceu em 12 de abril de 1997 em Valle de Guadalupe, no estado de Jalisco, em uma família católica. Atualmente, vive no convento das Missionárias Clarissas do Santíssimo Sacramento de Cuernavaca, no estado de Morelos, após ter dado o seu ‘sim’ a Deus e deixar a sua carreira de nutricionista.

“Realmente não se sabe o que é a vida religiosa até estar dentro. Até agora consegui ver a partir de outra perspectiva o que é o mundo e o que ele oferece. Eu era muito feliz com tudo o que tinha, mas não se compara com a felicidade que Deus coloca no meu coração agora”, disse Esmeralda em uma entrevista concedida ao Grupo ACI.

A jovem postulante conheceu as missionárias clarissas há cerca de cinco anos, aos 14 anos, quando “foi despertando” a sua inquietude pela vocação religiosa “através de jornadas vocacionais, missões e acampamentos”.
Além disso, destacou que concluiu este processo de discernimento há apenas um mês, quando deu o primeiro ‘sim’ à sua vocação, no dia 25 de março, festa de Nossa Senhora da Encarnação.

“Os tempos de Deus são perfeitos. Durante este tempo (de discernimento), me permitiu viver algumas experiências, como ganhar um concurso de beleza, entre outros, que deixaram em mim uma marca para sempre e me permitiram aprender muito para o que viesse depois”.

Esmeralda assegurou que a vontade de descobrir a vocação à qual havia sido chamada sempre esteve presente em sua vida, como um “espinho”.
“Percebi que tinha que dar espaço na minha vida para saber o que Deus havia planejado para mim. No processo de ir descobrindo a minha vocação também houve medo e dúvidas, mas o amor que nosso Senhor ia mostrando a cada dia me fez superar qualquer sentimento de desânimo”, assegurou.

Esmeralda contou ter descoberto que Deus a “chamava a servir de uma forma radical”, ou seja, mudando sua “vida para abraçar a cruz de Cristo e vivê-la mais de perto”.

“Tenho muito pouco tempo na vida religiosa, mas estou sendo muito feliz”, enfatizou.
Para descobrir a sua vocação, Esmeralda se dedicou muito à oração e à caridade, “conhecendo a partir de fora ou do mundo” o que este caminho implicaria.

“A mudança é difícil para a família, porque implica desapego, mas sempre tive o apoio dos meus pais, irmãos e verdadeiros amigos. Embora pudesse me desenvolver em outra área, sinto que, se o Senhor precisa de mim, então posso dar fruto de uma maneira diferente”, relatou ao Grupo ACI.
Esmeralda se dirigiu aos jovens e disse que em qualquer vocação encontrarão dificuldades, “mas se entregar nas mãos de Deus, sempre é possível dar o próximo passo”.

“Na vida religiosa, cada novo dia é um novo começo e uma nova oportunidade para ampliar o reino de Deus. Isto implica fazer muitos sacrifícios, mas sempre são recompensados com a felicidade”, detalhou.
A jovem noviça admitiu ser verdade que “a realidade e a suposta felicidade que o mundo vende é muito atraente”, mas “é preciso ter os olhos fixos em algo que perdura”.

“Não se deve ter medo. Se Deus chama, Ele cuida de tudo. Só é necessário recebê-lo com muita paz, alegria e confiança. Acho que o medo é uma grande desculpa responsável por impedir a verdadeira felicidade que só Deus pode oferecer”, concluiu.

As Missionárias Clarissas do Santíssimo Sacramento são um Instituto Religioso de Direito Pontifício fundado pela Beata Maria Inês Teresa Arias, em 1945, em Cuernavaca (México).
É um Instituto eucarístico, mariano, sacerdotal, missionário, e está centrado em Jesus Sacramentado.

As missionárias trabalham em clínicas e dispensários, catequeses, grupos de jovens, creches e colégios, residências universitárias, casas de exercícios espirituais, missões, entre outros. Estão presentes no México, Costa Rica, Argentina, Estados Unidos, Espanha, Itália, Irlanda, Rússia, Japão, Coreia, Indonésia, Serra Leoa, Nigéria, Vietnã e Índia.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

O vai e vem


Passado o sepultamento de Jesus, dois de seus discípulos saíram de Jerusalém indo em direção a Emaús. Pelo caminho foram surpreendidos com a presença de um transeunte. Jesus caminha com eles e os incita a refletir sobre o que havia acontecido, mas não se deram conta de que o companheiro era o próprio Cristo, que só foi reconhecido em Emaús, no momento da partilha, no jantar. 

A parábola dos discípulos de Emaús retrata a insatisfação dos dois, que caminham onze quilômetros. Quando reconheceram a presença de Jesus, ressuscitado, voltaram para Jerusalém com novas forças para anunciar aos outros discípulos a alegria pelo que tinha acontecido. Esses fatos, vivenciados e contados pelos apóstolos, abrem caminho para uma nova dimensão no plano da Salvação. 

Olhando para o nosso país, sentimos que faltam lideranças realmente comprometidas com o bem do povo para recuperar a autoestima dos brasileiros. Os problemas têm sido tão graves que veem desestimulando até o sentido pleno da vida. Parece ser reflexo de uma cultura que não consegue mais reconhecer a presença de Deus como Aquele que é capaz de construir na verdade e na justiça. 

Não é um “vai e vem”, mas um vai sem volta, porque as coisas estão indo de mal a pior. Chegamos ao fundo do poço com a dimensão da gravidade na gestão pública. Parece que toda obra pública é feita com faturamento fraudulento, enriquecendo aqueles que deveriam estar defendendo o erário público. Só vamos ter volta quando o país passar por um processo de conversão, de sacrifício.

A ressurreição de Jesus Cristo provocou nos apóstolos uma coragem de ação transformadora. No caso do Brasil, com uma política econômica excludente, que sacrifica sua população mais pobre, somente a força do povo será capaz de mudar o status quo. Se se continua ainda acreditando nos políticos que temos, o futuro poderá ser drástico para as novas gerações.

O primeiro de maio, dia do operário São José, é espaço de reflexão para todos os trabalhadores. Muito mais num momento de mais de doze milhões de desempregados no país. Refletir sobre a reforma trabalhista em andamento no Congresso Nacional, feita sem a participação dos principais interessados, que são os trabalhadores. Que seja um dia de aquecer os corações sobre a questão trabalhista. 

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Deixe rolar a pedra!!

(mini jardim feito por mim) 
"A MORTE ESTÁ VENCIDA PELO SENHOR DA VIDA, PELO SENHOR DA VIDA!"
Imagine a alegria estampada nos rostos dos discípulos quando souberam que Cristo não estava morto, quando viram Cristo ressuscitado... Imaginou???
Uma alegria transbordante, absurda, contagiante, radiante!!!
Então caros catequistas, é com essa mesma alegria que devemos anunciar Cristo em todos os nossos encontros catequéticos.
Alegre-se! Cristo está vivo! Ele é a razão de sermos catequistas!
Deixe rolar todas as pedras que te impede de viver, de cumprir sua missão na alegria de Cristo ressuscitado.
Deixe rolar a pedra da preguiça em se formar...
Deixe rolar a pedra do desânimo, da vontade de abandonar o barco...
Deixe rolar a pedra do desencanto...
Deixe rolar a pedra de suas inseguranças...
Deixe rolar a pedra de tantas resistências, principalmente do novo...
Deixe rolar a pedra do preconceito...   
Deixe rolar a pedra da falta de humildade, do espírito de competição...
Deixe rolar a pedra do rancor, da mágoa de alguém da comunidade, de uma amigo catequista, de um coordenador ou até mesmo do próprio padre...
Deixe rolar a pedra da falta de Esperança...
Deixe rolar a pedra do medo de se lançar para águas mais profundas, de aceitar as mudanças...
Deixe rolar!
Você é  talvez a única testemunha de Cristo ressuscitado para muitos catequizandos...
Uma feliz páscoa! Ah!!! E mais uma coisinha... Deixe rolar e saia por ai gritando que Cristo Vive!!!!! 
Imaculada Cintra

Frase que me inspirou: "Que nós catequistas e evangelizadores possamos manter a alegria da ressurreição em nossas missões" - Cláudia Pinheiro do blog http://www.catequesenanet.com.br/

 

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Novidade da Páscoa


Desde os inícios da constituição do Povo de Deus, Abraão foi visto como o pai da fé e da esperança em Javé. Em Jesus Cristo essa fé em Deus tem uma dimensão de novidade, porque é plenificada com o fato concreto da Ressurreição. Fé que se transforma em dom divino, e nela a esperança se renova sempre, imprimindo novo dinamismo na trajetória que fazemos na vida terrena.

A novidade da Páscoa é a Ressurreição de Jesus Cristo, fato histórico comprovado por testemunhas oculares, como os apóstolos e pessoas presentes naquele tempo. É constatação do cumprimento da aliança, como está relatado nas palavras bíblicas: “Estabeleço minha aliança entre mim e ti e teus descendentes para sempre, uma aliança eterna, para que eu seja Deus para ti e para os teus” (Gn 17,7).

A Páscoa, quando bem observada, faz com que as pessoas vivam de modo novo, sem interesses egoístas, e mais preocupadas com “as coisas do alto” (Col 3,1). Deve ser para nós uma festa de equilíbrio, de superação das violências e práticas que desarmonizam a identidade cristã das pessoas. É festa de novidade, de quem luta por justiça e pela construção da dignidade humana na sociedade.

Passada a Semana Santa, os cristãos são convocados para viver uma fé pascal e coerente com os ensinamentos de Jesus Cristo ressuscitado. A raiz dessa fé está assentada em quatro pilares: na morte, na ressurreição, na exaltação à direita de Deus e na volta do Senhor. É justamente essa convicção que caracteriza o novo modo de viver do cristão, e que deve marcar sua trajetória de vida.

A Ressurreição de Jesus Cristo foi como a luz do sol. Os que estavam nas trevas, na escuridão da morte, agora viram uma grande e brilhante luz presente em seus corações. Abriram suas mentes e conseguiram enxergar a beleza do encontro pessoal com Deus. Superaram a dureza de coração, de mente e de estruturas pétricas. O amor gratuito e contagiante de Deus modifica a vida humana.

Através da leitura assídua da Palavra de Deus conseguimos compreender, como também compartilhar, as riquezas que envolvem uma verdadeira experiência de fé cristã e de crescimento de vida fraterna. É nessa convivência que as barreiras vão caindo por terra. Assim podemos dizer que a vida pascal nunca é a mesma, é sempre cheia de novidades e rica por causa do mergulho em Jesus Cristo. 

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.

Encenação para a Páscoa com crianças!

Achei uma graça esse vídeo...
Podemos usar dessa metodologia para trabalhar àqueles que estão sendo iniciados na fé. Pode-se passar o vídeo e também podem fazer uma encenação. Vou deixar arquivado aqui como sugestão para a  próxima páscoa.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Lembrança de Páscoa!

Eu fico tristinha quando vejo que ainda muitos catequistas destacam a figura do papai noel no natal e do coelho na Páscoa. Podem até pensar que isso é bobeira, mas não é. Somos catequistas e precisamos dar o verdadeiro sentido às coisas. Explique os símbolos, mesmo porque, eles tem um sentido de existir, porém, vamos deixar que o destaque do coelho e do Papai noel fique por conta da escola.
Quer dar o chocolate, pode dar e se possível sem a figura do coelho. Aliás, você sabe quando foi que o ovo de chocolate entrou em cena?
Veja esse Cristo ressuscitado, que graça! Vamos aprender a fazer??? Simbora! 

Direciono vocês para dois blogs onde tem o modelinho com algumas variações. Visite e escolha um, ou crie o seu...


Quer saber sobre os símbolos da páscoa, clique aqui:

Musimensagem na catequese


Passando para deixar pra vocês uma sugestão de música/vídeo para trabalhar na catequese. 
Usamos dessa música para desenvolver o encontro "Jesus foi crucificado".
Trazendo para a vida:  Os catequizandos ao assistir o vídeo é levado a perceber situações onde Cristo  continua sendo torturado, crucificado. 
Invista na musimensagem, uma ferramenta que enriquece e muito o o encontro, abrindo campos para partilhas.

terça-feira, 14 de março de 2017

Uma carta dirigida à jovem argentina que parodiou o “aborto” da Virgem Maria!

A B S U R D O!!!
Me senti tocada a compartilhar essa postagem.  Me firmo na passagem de Lucas 1,48: “Doravante todas as gerações me chamarão bem aventurada”. Todos, inclusive essa infeliz!!
Compartilho essas lindas e bem colocadas palavras de  Pe. Leandro Bonnin.

 Uma carta dirigida à jovem argentina que parodiou o “aborto” da Virgem Maria comoveu as redes sociais, não só porque o seu autor, um sacerdote, repreende a feminista por ter atacado a Mãe de Cristo, mas também porque assegura que caso se arrependa de coração, o “sangue do Filho de Maria pode renová-la e limpá-la”.

Em 8 de março, por ocasião do Dia da Mulher, um grupo feminista fez uma manifestação pelas ruas principais de Tucumán. Em frente à Catedral da cidade, uma das manifestantes representou o aborto da Virgem Maria, com muita tinta vermelha para simular o sangramento.

Este acontecimento foi duramente criticado nas redes sociais, onde a jovem foi identificada como a psicóloga infantil Marina Breslin.
“Para mim, não é algo fácil escrever para você. Uma mistura de indignação e tristeza invade a minha alma, assim como a de centenas de milhares e talvez milhões de argentinos”, expressa o Pe. Leandro Bonnin, sacerdote da cidade argentina de Entre Ríos. “Para qualquer argentino de lei, atacar a sua mãe é algo muito grave. E você atacou a minha, a nossa, a Mãe do povo argentino, inclusive daqueles que hoje, confusos ou que desconhecem o rosto e o colo dela, não a sintam como tal”.

Em sua conta do Facebook, o sacerdote advertiu que, embora “quase nada nos surpreenda”, o “delito reconhecido como uma blasfêmia” representada em Tucumán “ultrapassou todos os limites”, pois contém “todos os sinais inequívocos de algo diabólico, devido à sua malícia, sua perversidade e, sobretudo, pelo ódio a Maria”.

“E, paradoxalmente, esta Mulher que parodiaste é, como mulher e como Mãe, a mais esplêndida e certeza reivindicação de figura feminina”, porque “a mulher nunca foi localizada em um lugar tão alto na história”, como quando Maria “ofereceu o seu corpo e toda a sua existência ao plano de Salvação de Deus” e deu à luz, “em uma gruta escura, Aquele que seria a Luz do mundo”.
“Uma mulher nunca foi tão influente, tão valorizada, tão exaltada, como quando Ela – que você zombou –, de pé junto ao Filho Bendito do seu ventre – o qual você se atreveu a representar abortado – uniu as suas dores de Mãe ao Sacrifício Redentor, levando o seu Sim até o extremo, sem reservas, sem medidas”, acrescentou.

O Pe. Bonnin advertiu que o que a jovem fez “não é apenas um pecado, mas também um crime”. “E por isso, para a educação das novas gerações, para que o mal não permaneça impune, para que o nosso povo não acredite erroneamente que tudo é possível, nós pedimos, exigimos das autoridades uma punição exemplar”.

Entretanto, “ao mesmo tempo que exigimos justiça” com relação ao cristianismo e que “deixe de existir a demência e a anarquia que ofendem os católicos, elevamos uma oração por você e por todas as mulheres que, como você, não conseguem compreender”; porque “o Menino que você se atreveu a imaginar não nascido nos ensinou: ‘Amem os vossos inimigos, rezem pelos seus perseguidores’”.

“Marina, na imagem horrível que você representou e todos puderam ver, tinha o sangue” da Mãe e do Filho; mas “este sangue que você representou com irônico desprezo é a tua esperança, é a nossa esperança. Para onde abundou o pecado, superabundou a graça. Porque este sangue grita com mais força do que o sangue de Abel. Porque Jesus derramou pelos teus pecados e pelos meus”.

O sacerdote disse que não conhecia a história da jovem, mas é possível “que o amor verdadeiro e gratuito não tenha visitado a sua vida” e não tenha experimentado “a beleza do rosto e do amor de Jesus”.
“Mas eu quero que você saiba que, se por um momento você abrir a sua alma; se você deixar de lado o orgulho, se reconhecer humildemente o seu pecado, se você se arrepender de coração... o Sangue do Filho de Maria pode te renovar e limpar”, assegurou.

O sacerdote escreveu para a jovem que Maria “está te esperando. Ela já te perdoou. Há um lugar para você no colo dela. Como para todos nós, que a invocamos todos os dias, dizendo: ‘Rogai por nós, pecadores’”.
Finalmente, disse que “o segredo gigantesco” que sustenta aqueles que amam e defendem os não-nascidos é que “a vida vencerá”, que “já venceu” e que nem todo o ódio, as astúcias ou os poderes terrenos poderão derrotá-la. “Na manhã do domingo, na vitória Pascal, a Vida teve a vitória decisiva, que só espera se manifestar plenamente quando Jesus vier pela segunda vez”, afirmou.

“Enquanto isso, nós, que amamos e defendemos a vida, continuaremos firmes na brecha, embora pareça que estamos perdendo por goleada. Porque o Amor e a Esperança nos sustentam. Porque a fé nos diz: ‘o que eles fizeram com os menores, fizeram comigo’. E porque Ele prometeu: ‘Eu estarei com vocês até o fim do mundo’”, concluiu.

Fonte:http://www.acidigital.com/noticias/carta-de-sacerdote-a-jovem-que-parodiou-aborto-da-virgem-maria-comove-as-redes-69643/#.WMcOPzXBA9c.facebook

Seus catequizandos são obrigados a irem a missa?

Um amigo me fez a seguinte pergunta:
Você diz aos seus catequizandos que eles são OBRIGADOS"  a participarem da missa?
NÃO! Não digo, porque não são obrigados.  Com mais de vinte anos na catequese, confesso que já fiz isso e usei até de chantagens, porém, hoje entendo e prefiro trabalhar com  eles a conscientização da importância da missa, dar motivos, passar minha experiência de fé.

Cresci ouvindo do meu pai que uma das "obrigações" do cristão é participar da missa. Precisamos entender o sentido dessa palavra "obrigação" para que ela não seja vista como um fardo.

Aqui na minha paróquia, graças a Deus não usamos já tem um bom tempo o tal "cartão de assinatura de presença nas missas", pois se veem obrigados a ir para assinar o tal cartão e uma vez recebido a Primeira Eucaristia, não precisará mais do cartão e nem da missa. 

Por outro lado, ficamos frustrados ao perceber que muitos de nossos catequizandos prestes a receber sua Primeira Eucaristia ainda não participam das missas dominicais. Nos esquecemos que o sacramento acontece num determinado tempo do processo catequético, que  necessariamente não precisam ou são obrigados a estarem prontos nesse tempo. Nos esquecemos que o processo de amadurecimento na fé continua. 

O que precisamos de verdade é fazer um trabalho de conscientização bem feita, sobretudo, sabendo aproveitar as oportunidades que temos com os pais para despertar neles essa responsabilidade de pegar nas mãos de seus filhos e mostrar o caminho, e mais, fazer o caminho com eles, isso significa que não basta o pai ou mãe despejar seu filho na porta da Igreja e voltar quando a missa acabar.

Façamos bem nossa parte e durmamos com nossa consciência tranquila, em paz. 

Lendo um pequeno livro: "AS EXCELÊNCIAS DA SANTA MISSA', chamou-me a atenção uma parte que fala o seguinte: "Somente no céu iremos compreender que divina maravilha é a Santa Missa. Por mais que nos esforçamos, e por santos e inspirados que sejamos, nada mais podemos fazer, a não ser balbuciar pobres palavras como as crianças, se quisermos falar sobre esta obra divina, que está acima da compreensão dos homens e dos Anjos."

Partilho com vocês esse material do padre Fábio de Melo que com leveza trata desse assunto.

Quando a missa se torna uma obrigação!

A pergunta

O menino chegou e perguntou-me: “Padre, eu sou obrigado ir à Missa?”.
 Olhei em seus olhos e percebi uma honestidade na questão formulada. Junto à honestidade, havia uma ansiedade que lhe impedia o sorriso. No rosto, não havia alegria. Ele estava tomado de uma certeza de que a liturgia católica, para ele, estava longe de ser um acontecimento que lhe extraia gratuidade. Era uma obrigação a ser cumprida. Sua voz parecia me pedir socorro, feito escravo com sua carta de alforria em mãos, a me pedir assinatura.
Naquele momento, fiquei sem palavras. Senti o coração apertado no peito e o desejo de nada responder. Reportei-me à Escritura Sagrada e senti-me como o próprio Abraão, diante do questionamento de Isaac: “Pai, onde está a vítima do sacrifício?” (Gn 22,7). Pergunta que não tem resposta. Pergunta cheia de ansiedade, de silêncio e motivos. Pergunta honesta e plena de razões.
Olhei-o com muita firmeza e resolvi desafiá-lo: “É obrigado visitar alguém a quem se ama?”. Ele disse: “Não, não é não, padre”. Seguiu-se o silêncio. Calou-se ele e eu também.

A pergunta que não cala

Algumas horas depois, retomei sua pergunta e fiquei pensando nela. Coloquei-me a pensar na religião que se apresenta ao coração humano como obrigação a se cumprir, feito mochila pesada que se leva nas costas.
Fico pensando no quanto a obrigação pode se opor ao prazer, e o quanto é contraditório fazer a religião ser o local da obrigação. Na expressão: “Deus é amor” (1Jo 4,8), definição que João nos apresenta em sua carta, está a declaração da gratuidade de Deus.
Deus é o próprio ato de amar. Ele é o amor acontecendo, e a liturgia é a atualização dessa verdade na vida das pessoas. Ir à Missa é tomar posse da parte que nos cabe.
Tudo o que ali se celebra e se realiza tem o único objetivo de nos lembrar que há um Deus que se importa conosco, que nos ama e quer nos ver mais de perto. O sacramento nos aproxima de Deus.
Tudo bem, essa é a Teologia. Mas e a vida, corresponde à verdade teológica? Nem sempre. Nosso rito, por vezes, cansa mais do que descansa. É lamentável que a declaração de amor de Deus por nós tenha se tornado uma obrigação. Sou obrigado a ouvir alguém dizer que me ama?
Se muita gente pensa assim, é porque não temos conseguido “amorizar” a celebração. Racionalizamos o recado de Deus e o reduzimos a uma informação fria e calculada. Dizemos: “Deus nos ama!” da mesma forma como informamos: “A cantina estará funcionando depois da Missa!”.

A resposta que responde perguntando

Pudera eu ter uma solução! Ou quem sabe uma resposta que aliviasse os corações que se sentem obrigados a conhecer o amor de Deus, como o coração daquele menino.
Talvez, o seu coração também já tenha experimentado essa angústia e essa ansiedade. Gostaria de saber restituir o sabor lúdico das celebrações católicas. Torná-las acontecimentos reveladores, palavras para não serem esquecidas e imagens que despertassem o coração humano para o desejo de descansar ali todas as questões existenciais que o perturbam.
O problema não está no conteúdo do que celebramos, mas sim na forma.
A natureza simbólica da vida é o lugar do encanto. Por isso, a celebração é cheia de símbolos. Mas o símbolo, se explicado, deixa de ser símbolo, perde a graça e deixa de comunicar. Talvez seja isso o que tem acontecido conosco. Na ansiedade de sermos eficientes, tornamos a celebração um local de comunicar recados. Falamos e falamos de maneira ansiosa, cansada e repetitiva. Temos de falar algo, pois também o padre tem a sua obrigação.
Assim vamos celebrando, obrigando o coração e os sentidos a uma espécie de ritual que nos alivia a consciência, mas não nos alivia a existência.
A Missa é muito mais do que uma obrigação, é um encontro de partes que se amam e se complementam. É só abrir os olhos e perceber. Creio que possa ser diferente.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Catequistas, acaso não sabeis que 2017 é da Imaculada?


Que bênção, um ano mariano!
Tempo forte para fortalecer  a presença de Maria em nossa caminhada, ela que sempre foi para nós modelo de catequista. Que ela interceda por cada catequista espalhado por esse mundão, venha em socorro dos mais necessitados, fortaleça, encoraje os desanimados, levante os caídos. Olhe com carinho especial por cada família confiada aos nossos cuidados, cada catequizando com suas inquietações.
Mãezinha querida confiamos a vós todo nosso fazer catequético, para que sejamos fiéis ao nosso chamado e cumpramos com zelo a missão de anunciar seu filho Jesus.,
Que seja um ano de iniciativas, santas ousadias, muitas conquistas para nossa catequese, que o Espírito Santo suscite, desperte os que ainda se sentem acomodados, engessados, resistentes às mudanças, que Maria, aquela que se desinstalou, colocou-se a caminho, seja a força que os lance para frente. 
Beijo grande a todos os catequistas que passam por aqui!
Imaculada Conceição, esse é meu nome. Tudo o que eu fizer em prol da catequese, será pouco para retribuir tudo que ela faz por mim.
 
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"O  Espírito Santo, Mestre interior, é o princípio inspirador de todas as atividades catequéticas e  daqueles que as realizam: o Espírito do Pai e do Filho, o Espírito Santo. A catequese, que é crescimento na fé e maturação da vida cristã em vista da plenitude, por conseqüência, é uma obra do Espírito Santo,  obra que só ele pode suscitar e Manter na Igreja. Antes de mais nada é claro que a Igreja, quando realiza a sua missão  de catequizar - como de resto cada um dos cristãos que na Igreja e em nome da Igreja se aplica a essa missão - deve estar bem consciente de agir como instrumento vivo e dócil do Espírito Santo.


Maria mãe e modelo do discípulo: que a Virgem Santíssima do Pentecostes nos alcance pela sua intercessão, tudo isto! Por uma vocação singular ela viu a seu Filho Jesus crescer "em sabedoria, idade e graça".  Que a presença do Espírito Santo, pois pela intercessão de Maria, possa alcançar para a Igreja um impulso sem precedente na atividade catequética que para ela é essencial! Então a mesma Igreja desempenhar-se-á  de  modo eficaz, neste tempo de graça, da missão inalienável e universal recebida do seu Senhor: "Ide e ensinai todas as gentes". 
(Exortação Apostólica catechesi Tradendae)

Deixo pra vocês essa canção, linda!


'Para celebrar o Ano Mariano eu e minha parceira Claudia Queiroz fizemos uma canção chamada "Maria, Força dos Catequistas".
Compartilho com vocês o link do áudio caso desejem canta-lá durante as semanas catequéticas e celebrações de suas comunidades. Espero que gostem!
Que Maria seja a nossa força nesse ano dedicado a Ela!
Abraço fraterno
Rogério Bellini"

https://youtu.be/tnxfSU6qJNs 

Oração Jubilar: 300 Anos de Bênçãos 
Senhora Aparecida, Mãe Padroeira, em vossa singela imagem, / há 300 anos aparecestes nas redes dos três benditos pescadores / no Rio Paraíba do Sul. / Como sinal vindo do céu, / em vossa cor, / vós nos dizeis que para o Pai não existem escravos, / apenas filhos muito amados. / Diante de vós, embaixadora de Deus, / rompem-se as correntes da escravidão! / Assim, daquelas redes, / passastes para o coração e a vida / de milhões de outros filhos e filhas vossos. / Para todos tendes sido bênção: / peixes em abundância, / famílias recuperadas, / saúde alcançada, / corações reconciliados, / vida cristã reassumida. / Nós vos agradecemos tanto carinho, tanto cuidado! / Hoje, em vosso Santuário e em vossa visita peregrina, / nós vos acolhemos como mãe, / e de vossas mãos recebemos o fruto de vossa missão entre nós: / o vosso Filho Jesus, nosso Salvador. / Recordai-nos o poder, a força das mãos postas em prece! / Ensinai-nos a viver vosso jubileu com gratidão e fidelidade! / Fazei de nós vossos filhos e filhas, / irmãos e irmãs de nosso Irmão Primogênito, Jesus Cristo, Amém!

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Até fiz a primeira comunhão, mas não penso "NISSO" mais...

"Uma amizade com o papa João Paulo II"
Filme lindo, confira a sinopse abaixo. Assisti, gostei muito  e vejo que podemos refletir o objetivo do processo da Iniciação à Vida Cristã em nossos dias, o que reduzimos como "catequese".
Houve um diálogo entre o papa e seu novo amigo, o jovem Lino, aliás houve vários diálogos, mas  um em especial, causou em mim uma certa inquietação.

João Paulo II pergunta à Lino: Você é cristão?
O jovem não responde de imediato.
Na verdade, eu não sei, eu ATÉ FIZ A PRIMEIRA COMUNHÃO, MAS NÃO PENSO "NISSO" MAIS, responde ele... Noutro momento o papa consegue arrancar dele que sua última confissão foi aos 11 anos de idade. Certamente foi sua primeira e última confissão.

Pois é meus caros e amados catequistas, a história de Lino nos faz pensar: Quantos "Linos" temos por aí.
Quando batemos na tecla que a catequese não tem como objetivo unicamente receber sacramentos é pensando nisso, não adianta os sacramentos se não se tem consciência de que Cristo é o sacramento Maior. Por isso dizemos Iniciação à Vida Cristã, um processo que leva ao amadurecimento na fé. 

O Lino teve a feliz sorte de ter como a amigo conselheiro, nada mais, nada menos que o Papa João Paulo II. E nossos catequizandos? Precisamos  ser catequistas bem formados, antenados no  que nossa Igreja tem nos dado como pistas de ações, para que assim consigamos ser essa ponte que facilita esse encontro com Cristo.
Leiam esse parágrafo da exortação apostólica "CATECHESI TRADENDAE", escrita em 1979. Poderia ter escolhido um texto mais atual, já que temos uma infinidade, mas os gritos, o apelo para uma visão mais aberta sobre a catequese  é antiga.

"Finalidade específica da catequese: finalidade específica da catequese, no entanto, não deixa de continuar a ser a de desenvolver, com a ajuda de Deus, uma fé ainda inicial; e de promover em plenitude e de alimentar  quotidianamente a vida cristã dos fiéis de todas as idades.  Mais precisamente, a finalidade da catequese, no conjunto da evangelização, é a de construir a fase de ensino e de ajudar a maturação, quer dizer, de corresponder ao período em que o cristão, depois de ter aceitado pela fé a Pessoa de Jesus Cristo como o único Senhor e após ter lhe dado uma adesão global, por uma sincera conversão do coração, se esforça por melhor conhecer o mesmo Jesus Cristo."

Antes de catequizar, de jogar doutrinas, é preciso anunciar a pessoa de Cristo, o que chamamos de QUERIGMA. Temos primeiro apresentado esse Cristo como amigo, como guia, como modelo? Esse anuncio da pessoa de Cristo levou seus catequizandos a admirá-lo? Se sim, toda admiração terá como consequência a imitação. Depois disso, eles estarão preparados para conhecer melhor esse amigo. E quanto mais o conhecer, mais apaixonados por ele ficarão. Então, finalmente e consequentemente, teremos menos "Linos" por aí.

Te convido a fazer a leitura dessa exortação. Clique AQUI.

 
Sinopse: A história se passa em 1981, algum tempo depois do atentado contra João Paulo II. A família do jovem instrutor de esqui e um alpinista experiente Lino Zani, que administra um refúgio de montanha, entre os picos do Adamello, recebe uma visita inesperada e extraordinária: Karol Wojtyla. A visita, que deveria permanecer em segredo a mando dos serviços de segurança, logo se torna uma oportunidade de reunir-se com o povo da montanha. O jovem Lino é escolhido para acompanhar o Papa em suas descidas. A amizade que nasceu em seguida, entre os picos nevados do Adamello, vai acompanhar os dois homens, tão diferentes para o resto de suas vida

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Cá estamos de volta!!

"A alegria do meu barco não consiste apenas em saber se o mar está calmo, se o vento é favorável, ou se o dia vai dar peixe... 
Feliz Ele fica se continuo firme na vocação de pescador!" 
(Pe Mauro José Ramos)
 
Janeiro se vai e muitos catequistas estão se preparando para assumir novas turmas, outros darão continuidade. O importante é  mantermos firmes na missão que nos foi confiada. Que o Santo Espírito nos capacite, nos inflame com seu fogo renovador,  que sejamos lâmpadas, já que a LUZ É ELE, o Cristo.
Vou procurar ser mais fiel às postagens no blog. Ando sumidinha neh!! Tudo culpa do face(srrs)

Beijo grande a você catequista que passa por aqui, mesmo sem atulizações diárias!!