Mostrando postagens com marcador Aos pais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aos pais. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de agosto de 2013

O mundo precisa de "PAI"

Eu, acrescentaria: O mundo precisa de Pais cristãos...



 O MUNDO PRECISA DE PAI
* Ronaldo da Silva

No próximo domingo experimentaremos um misto de sentimentos que vivem dentro de nós e se reacenderão dentro e fora dos nossos lares. É o Dia dos Pais, para alguns Festivo, para outros, constrangedor e até de dor. A data nos faz recordar o quanto somos humanos, por isso, marcados pelos atos de amor ou desamor, dedicação ou abandono, doação ou indiferença. Remete-nos ao passado como numa viagem cheia de voltas, paradas e continuação até o ponto final, o hoje.
São incontáveis e encantadoras as experiências de amor entre pais e filhos. Admiráveis os gestos de entrega e doação praticados por pais que assumiram a paternidade como uma missão recebida do seu criador, Deus.
Mas também não são raros os gestos de desamor, abandono e incompreensão de pais que não compreenderam a grandeza da paternidade. Muitos homens não estão preparados para ser pai ou não estão preparados para a vida. Por isso muitos filhos sentem-se órfãos de pais vivos.
Essa crise de paternidade é um dos grandes males que tem atormentado a humanidade há décadas e, sem dúvida, gera crise em todas as esferas da atividade humana. Acha-se que a nova família pode viver sem a figura masculina que, sociologicamente, representa a autoridade, a segurança física e a garantia de bem-estar.
É imperativo entender que o papel de um pai na família foi dado por Deus e, à medida que a sociedade se torna mais ateísta, o papel do pai é entendido como desnecessário. Estudos científicos diversos mostram as consequências disto e revelam a importância de um pai na família. Por exemplo: rapazes criados sem um pai são mais susceptíveis a ter problemas com as autoridades. Isto seja na América, na África ou na Europa. Nos EUA, o suicídio juvenil, que tem uma taxa mais elevada num lar sem um pai, triplicou desde 1960.
Em toda literatura infantil encontramos que desde a gestação o pai tem um papel fundamental no desenvolvimento do filho. Esta referência sempre estará presente, até a vida adulta, entretanto, nos anos iniciais, os valores discursados e praticados têm um peso significativo. O pai precisa dispor daquele tempinho para contar uma história e rolar no chão com a criança. É preciso exercitar tais atitudes para que, efetivamente, este momento seja rico.
Dias atrás, no Rio de Janeiro, o mundo ficou deslumbrado com os gestos do Papa - termo que quer dizer “pai”-, Francisco. Ele foi o pai que todos queríamos ter: atencioso, amoroso, dedicado, sensível aos mais fracos, dadivoso com todos. Não foi sem motivos que um garoto, na favela de Varginha, pediu para chamar-lhe de pai. Pai das periferias, dos pobres, dos esquecidos, dos desconhecidos. Um pai atento a tudo que seus filhos vivem.
Papa Francisco nos ajudou a enxergar que ser pai significa sentir-se capaz de arcar com a responsabilidade de formar outro homem. É ter vivido de tal modo sua própria vida, enriquecendo-a com tantas virtudes, que os filhos sintam o orgulho de tê-lo como exemplo de vida.
Ronaldo da Silva é missionário da Comunidade Canção Nova, jornalista e foi correspondente da Rádio e TV Canção Nova nos últimos dois Conclaves. Apresenta diariamente o programa Tarde Especial na Rede Canção Nova de Rádio.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sem o castigo não há educação possível...

O castigo é inevitável, pois é moralmente impossível que os teus filhos não cometam alguma falta que o requeira: “Sem castigo não há educação possível”, afirma um dos mais célebres pedagogos da nossa época, Foerster.
Para que o castigo seja educativo e eficaz deve ser sempre:
a) Oportuno: escolhendo o momento mais propício para o impor, depois de passada a ira em pais e filhos.
b) Justo: sem exceder os limites do que é razoável.
c) Prudente: sem nos deixarmos levar pela ira.
d) Carinhoso na forma: para que a criança compreenda que o castigo lhe é imposto para seu bem. Não somos eficazmente castigados senão por aqueles que nos amam e a quem nós amamos.

Agora, com carinho digo que castigo de não deixar seu filho(a) ir nos encontros de  catequese, isso acho que não é prudente... Ao contrário peça ajuda ao catequista, forme uma parceria na educação da fé de seu filho, corte algo dele, menos o contato com as coisas de Deus...
Com Amor,
Imaculada

terça-feira, 3 de maio de 2011

Família na catequese

Hoje tenho encontro com pais da iniciação I, do primeiro ano (etapa da eucaristia). A cada módulo trabalhado com os catequizandos, é realizado um encontro com os pais, a fim de passar umas pinceladas sobre o que foi visto com seus filhos. Isso, acontece em todas as etapas. Preparando o encontro, deparei com o texto abaixo. Vejam!
Já em 1974, os bispos do Brasil, ao tratarem da preparação eucarística, observavam: " O grande trabalho da iniciação deve ser feito junto à família das crianças, mais do que com a própria criança. É bom lembrar que só haverá uma eficaz iniciação quando a família assumir a tarefa de integrar, pelo testemunho vivencial, seus filhos na vida eclesial, assim como os pais responsáveis se preocupam em integrá-los na vida familiar. Somente as famílias assíduas ás celebrações poderão iniciar de modo conveniente e eficaz"
Juntamente com as crianças, a família refaz o caminho da iniciação cristã.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Os pais: separados ou não, são catequistas insubstituíveis

A igreja sempre reconheceu o caráter insubstituível das responsabilidades educacionais dos pais acerca de seus filhos, tanto no nível humano como no religioso, pois "a educação na fé pelos pais deve começar desde a mais tenra infância" (CIC 2226).

Sabemos que nossas famílias passam por inúmeras crises. Hoje, em nossas turmas de catequese facilmente encontramos casos de pais separados. Nessa semana mesmo, conversava com uma catequista, onde ela me dizia que no final de semana em que a criança ficava com o pai, ela não ia na catequese. É comum aos perguntarmos o porque da falta da criança no encontro, ela responder meio que sem jeito, que foi por que estava com o pai.
Outro dia, visitando o blog da sheila, ela contava sobre a audiência de conciliação para regulamentar a visitação do pai e ela sendo catequista e mãe cristã, conseguiu incluir entre os itens, o comprometimento do pai em levar os filhos aos encontros de catequese quando eles estivessem passando o final de semana com ele. Achei o máximo, e vou usar desse exemplo para trabalhar com os pais de nossa catequese.
Se os pais se separaram por "N" motivos, isso não tira dos filhos  o direito de serem educados na fé  por parte dos dois.
Leia o texto na íntegra, CLICANDO AQUI 

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Aos pais...

Recebi da Samya, repasso...

Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Quando li pela primeira vez essa frase, a usei no encontro com pais e acrescentei:
QUANDO É QUE PENSARÃO EM DEIXAR FILHOS CRISTÃOS...