O catequista que deseja crescer como catequista, como evangelizador, precisa se colocar em constante estado de avaliação. Me refiro tanto ao catequista que tem lá sua turma de catequizandos, quanto à equipe pensante da catequese numa paróquia, as lideranças. Por exemplo, acabamos de sair de nossa semana catequética aqui em minha paróquia. Por mais que tenha sido enriquecedora, alguns pontos fundamentais deixaram a desejar. Quando avaliamos, tentamos sanar esses 'buracos' na próxima oportunidade.
O que não podemos é ao avaliar, valorizando, deixando vir à tona apenas os pontos negativos.
Participando da escola de atualização catequética do meu regional, fiz alguns apontamentos, que destaco aqui, pelo assunto da avaliação: "Tem gente que não faz avaliação, por medo de escutar que tem que mudar ou melhorar"
Outra coisa comum, é jogar no outro a responsabilidade de toda uma organização ou desorganização. Refletindo e já avaliando nossa semana catequética, lembrei-me dessa historinha:
Todo mundo, Alguém, Qualquer um, Ninguém
OBJETIVO: conscientizar o grupo da necessidade de união, de cooperação ou de apoio, da necessidade de se trabalhar em equipe.
Esta é uma história sobre quatro pessoas: Todo mundo, Alguém, Qualquer um, Ninguém .
Havia um importante trabalho a ser feito e TODO MUNDO tinha certeza de ALGUÉM o faria.
QUALQUER UM poderia tê-lo feito, mas NINGUÉM o fez.
ALGUÉM zangou-se porque era um trabalho de TODO MUNDO.
TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM imaginou que ALGUÉM ou mesmo TODO MUNDO deixasse de fazê-lo.
Ao final, TODO MUNDO culpou ALGUÉM quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.
