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domingo, 26 de agosto de 2018

As bem aventuranças do CATEQUISTA

Ser catequista é ser encantador de gente, como Jesus foi. Ser encantador de gente se aprimora com o tempo e talvez seja uma das coisas mais lindas do Catequista: ser capaz de “abrir os olhos” das pessoas para a vida, para si mesmas, para o sagrado mistério do mundo e de Deus.
É uma delícia ser catequista, mesmo em meio a dor, sofrimento, dúvidas e decepções. Por isso, o catequista precisa ser declarado Feliz ou Bem-Aventurado:
Bem-aventurado o catequista que se sente chamado, no fundo do fundo de si mesmo, para essa missão. Foi capaz de ouvir a voz amorosa de Deus que o convida a ser companheiro na tarefa de construir um mundo novo. 
Bem-aventurado o catequista que se descobre incompleto e, por isso, se coloca a caminho, em busca de formação, de reflexões, de conversas, de partilhas de experiências. É capaz de perder noites de sono, de dedicar dias inteiros a estudar, a ler bons livros, porque sabe que a educação da fé é uma arte que precisa de muita dedicação.
Bem-aventurado o catequista que se esforça para participar do seu grupo de catequistas porque acredita que o trabalho em conjunto é capaz de remover obstáculos e criar coisas novas. Sabe que a amizade é o encantador tempero da caminhada e da vida. 
Bem-aventurado o catequista que, mesmo sem recursos disponíveis, aprendeu a ser criativo, sobretudo na arte de ser amigo dos catequizandos e soube inventar lugares e meios para anunciar a beleza de ser cristão e viver em comunidade.
Bem-aventurado o teimoso catequista que não desiste diante de desafios que aparecem na Igreja, na comunidade, no grupo de catequistas, no trabalho com os catequizandos. É capaz de "chorar as mágoas”, sem endurecer o coração. Tem o dom de se alegrar imensamente com as pequeninas conquistas e passos dados. 
Bem-aventurado o catequista que descobriu a internet e as redes sociais como lugar de evangelização. Percebeu que Deus se revela em todo lugar. Está atento às novas linguagens e tem na música, na arte, no cinema, na poesia, formas privilegiadas para a transmissão da fé no mundo de hoje.   
Bem-aventurado o catequista que percebeu que, sem a Beleza a experiência cristã e a catequese permanecem incompletas, porque Deus é Beleza, esplendor e espanto. A educação da fé provoca admiração, sobressaltos de infinito, paixão pelo Absoluto, uma inexplicável emoção que nos derruba nos caminhos de Damasco, que são os de todas as vidas e nos faz novos e inquietos. 
Bem-aventurado o catequista que, apaixonado pela Palavra de Deus, descobriu na experiência de seguir Jesus Cristo a alegria de viver e, por isso, anuncia a Fé na Vida. Procura ser íntegro, justo, solidário, verdadeiro, de bem com a vida, comprometido com a comunidade de fé.  
Bem-aventurados os catequistas que foram e são capazes de inspirar a caminhada, agregar pessoas, vislumbrar novos horizontes para a catequese neste país. Souberam prever ou apontar desafios e saídas em momentos de crise e escuridão. Conseguiram manter acesa a chama da alegria, apesar dos dramas que surgem no cumprimento da missão.
Não se trata de ser perfeito, mas consciente da sua imperfeição, o catequista é Feliz porque ama e se deixa surpreender pelo amor de Deus. 
Lucimara Trevizan
Coordenadora da Comissão de Catequese do Regional Leste 2

domingo, 30 de agosto de 2015

Antigamente celebrava-se o dia do catecismo, hoje celebramos o dia do catequista!

Esse que está comigo é o Padre Luiz Alves de Lima, um dos maiores catequetas de nosso Brasil, pessoa por quem tenho uma grande admiração. É também coordenador do curso de Fundamentação catequética na Unisal. Um formador itinerante, incansável quando o assunto é catequese.

O motivo dessa postagem é deixar publico a resposta de Pe lima, quando um amigo o cumprimenta pelo dia do catequista. Concordo com o Fernando Altemeyer e aproveito pra dizer que amei as palavras proferidas, todos nossos catequetas merecem nosso carinho, nossa admiração, nossas orações, pois são especialistas em catequese, pessoas que nos direcionam, nos formam, mas também concordo com Pe Lima, são sim os catequistas de base  que estão com a mão na massa movimentando nossa catequese.

Fernando Altemeyer:
"Hoje no Brasil é dia do ministro da Catequese. Feliz dia catequistas ecoadores e ecoadoras do Evangelho. Feliz ministério. Abraços a todos e especialmente ao padre Luiz Alves de Lima,  dedicado catequeta e ministro dos ministros."

Luiz Alves de Lima :- Muito obrigado, Fernando! Nós somos escribas e amanuenses da Igreja, mas quem carrega o "peso e o calor" do dia da catequese são nossas/os abnegadas/os e heroicas/os catequistas de base e coordenadores!. A todos eles nossas orações e homenagens nesse dia a eles consagrados! Antigamente se fazia o "dia do catecismo", mas hoje celebra-se o "dia das/os catequistas", pois são mais importantes que o texto frio do catecismo, com o calor de seu testemunho entusiasmado e dedicado de Jesus Cristo!