quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Acolhendo as famílias que estão chegando na catequese!

Nossa catequese começa em agosto. 
Em julho, as famílias são visitadas pelos catequistas, onde é realizado o querigma.
 Nossa intenção é que não fique nenhuma família sem a visita. Depois disso, num encontro geral, acolhemos as famílias antes de iniciar com os catequizandos. 
Nesse encontro fazemos um trabalho de conscientização sobre  o que é, qual  o objetivo da catequese hoje e como ela está organizada em nossa paróquia.  A catequese vista como processo de amadurecimento na fé  e não somente para recepção de sacramentos e tudo mais que a Igreja vem nos orientando...
Abordamos sobre o trabalho que realizamos com a catequese com adultos para os pais que não completaram sua IVC. Os deixamos à vontade para aderirem ou não. Tudo acontece de uma forma bem tranquila, sem imposição. Fique feliz, quando no final do encontro fui procurada por um pai dizendo: "Eu quero fazer a catequese..." Nesse momento a acolhida é calorosa. Por esse, já valeu minha noite!
No geral, fiquei contente com a presença quase que em massa das famílias. Nesse mesmo dia, todas as comunidades pertencentes à paróquia realizam esse mesmo encontro.
 Que Deus nos conduza nesse trabalho de educar na fé, aqueles que nos foram confiados.
Li  e disponibilizo abaixo, um testemunho escrito pela Solange Carmo, do site www.fiquefirme.com.br,  achei oportuno usá-lo com os pais, reforçando nossa meta com a catequese, formar cristãos maduros, convictos de sua fé, que saibam ter uma consciência crítica perante os acontecimentos da vida, cristão que não tenham na sua idade adulta, uma fé infantilizada. 
Deixo também as dicas de vídeos que usei como motivação!

Com raiva de Deus

Antônio é um senhor de 52 anos, casado e tem quatro filhos. O caçula está com 15 anos. A família vive em total harmonia. Antônio tem um bom emprego. Os filhos estudam em excelentes escolas. A esposa é muito dedicada. É a vida que todo mundo deseja. Antônio e sua família são católicos, muito católicos. Eles agradecem a Deus, todo dia, pela vida tranquila que estão levando. Para eles, Deus está derramando bênçãos sobre toda a família, porque são pessoas boas e de fé.

Mas um dia, o filho caçula adoeceu. Uns sintomas esquisitos. O pai pensou: não deve ser nada. Coisa de adolescente, mudança de idade. De qualquer forma, levaram o garoto ao médico.

O médico examinou e ficou pensativo. Pediu muitos exames. O médico estava sério. Antônio ficou preocupado e rezou com muita fé. Pedia a Deus que não fosse nada grave.

Quinze dias depois, Antônio saiu do consultório médico em prantos e com um papel na mão em que se lia o terrível diagnóstico: câncer no sangue, ou seja, leucemia. Era muito mais grave do que se pensava. E naquele tempo, pior do que hoje, a medicina ainda não tinha muito o que fazer em casos de leucemia.


O pai se desesperou. Como podia um adolescente com 15 anos ter uma doença tão séria? Como Deus podia permitir isso? Logo ele, um garoto tão bom! Logo com uma família tão unida e tão fiel a Deus?


Os primeiros passos foram dados imediatamente: a família passou a rezar ainda mais e pedir a oração dos amigos. E começaram o tratamento, o que a medicina tinha a oferecer naquele tempo. E fizeram promessas, novenas, romarias a santuários onde se davam bênçãos especiais, participaram de missas de cura, fizeram de tudo.

Mas o garoto só piorava. Os tratamentos não estavam surtindo efeito. A família tomou então uma decisão drástica: vendeu tudo o que possuía, fez campanha entre amigos, ajuntou um bom dinheiro e foi para o exterior, acreditando que em outro país houvesse tratamento mais eficaz. O médico já havia prevenido que era um tipo de câncer muito difícil de combater. A medicina não dava muitas esperanças. E quando médico fala assim é porque não tem jeito mesmo. Mesmo assim, seu Antônio viajou com o filho doente para os Estados Unidos.

Quando voltaram, o garoto estava pior ainda. E a família já sem dinheiro. Antônio se desesperou. Não aceitava a morte do filho. Brigou com Deus. Sabendo de sua crise de fé, membros de outra Igreja foram procurá-lo e prometeram a cura, caso ele mudasse de religião. Disseram que Deus não estava ouvindo suas preces porque ele tinha imagens de santo em casa. Ele quebrou todas as imagens, contra a vontade da esposa, e mudou de religião.

Na nova religião, gastou ainda mais, rezou ainda mais. E o filho continuava cada vez pior. Antônio mudou várias vezes de religião. Frequentou de tudo. Ele achava que o problema estava na religião ou em sua fé.

Passados alguns meses, o filho morreu. A doença venceu e a morte chegou mais cedo para aquele garoto. Os amigos visitaram, acompanharam, choraram juntos. Mas nada consolava aquele pai.

Desgostoso da vida, hoje Antônio é um homem sem fé. Ele diz que não adianta crer, pois na hora em que a gente mais precisa Deus vira as costas. Até hoje ele não aceitou a morte de seu filho mais jovem. E vive revoltado com a vida.   Fonte:http://fiquefirme.com.br/multimedia-archive/10-com-raiva-de-deus/

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