sexta-feira, 8 de março de 2013

Deus não nos dá o que pedimos, mas o que precisamos...

Bom dia... Hoje, dia internacional da Mulher, um bom dia mais que especial para nós mulheres e catequistas. Se sintam amadas, queridas, protegidas por esse Deus que nos chamou e está sempre conosco. Seja feliz por ser mulher e felicíssima por ser mulher catequista. Escrevi uma pequena homenagem hoje para o Catequese e Bíblia, passem por lá e se sintam abraças pelo nosso dia... Clique AQUI

Mas, enfim, na postagem de hoje queria partilhar com vocês algo que acontece lá em Algures-Portugal. Bem longe de nós, mas tão próximo de nossa realidade... Nós catequistas de todo mundo,  comungamos dos mesmos males, quando o assunto é a catequese...

Para guardar: Deus não nos dá o que pedimos, mas o que precisamos...

"A Luísa é catequista de um grupo de adolescentes do oitavo ano. Estão naquela fase. Todos nós sabemos. A fase de colocar tudo em causa. A fase de fazer perder a paciência a qualquer um. A fase em que a presença de Deus deixa de ser passivamente aceita para ser uma realidade na minha vida. Se Deus quiser e se eles quiserem. Mas a Luísa não se explicou com estas frases. Queixou-se apenas. Estou cansada. Baixou os braços e suspirou. Depois disse que às vezes tinha a sensação de que Deus estava distraído. Não nos ajuda nesta coisa que, ainda por cima, é Dele. Na última hora da catequese, no outro dia, só me faltou chorar, senhor padre. Saí zangada porque Deus não me ajudava. O que me valeu é que quando cheguei cá fora, à rua, estava lá a mãe da jovem que me havia provocado tamanha zanga do coração. Falámos vários minutos seguidos. Foi o que me valeu. Foi Deus que lhe valeu, interrompi. Nós queremos que Ele nos resolva os problemas. E o que Ele faz é dar-nos a forma de os resolvermos. Ele não faz tudo o que queremos. Mas está lá, discreto, a fazer o que precisamos. Não nos dá o que pedimos. Mas dá-nos o que precisamos."  (FONTE: http://eupadre.blogspot.com.br/2013/03/nao-nos-da-o-que-pedimos-mas-o-que.html)

quinta-feira, 7 de março de 2013

Catequistas, estejam atentos às distrações...


REpublicando...

Os que se distraem
Porque das distrações?
Os catequistas queixam-se muitas vezes de que as crianças, adolescentes e também os adultos, ficam distraídos, “a ver navios”, estão meio adormecidos, não prestam atenção, falam entre si sobre outras coisas, ficam pensando em assuntos que não têm nada a ver com o encontro. Os próprios cristãos se acusam de ficar distraídos na catequese ou na oração.

O catequista precisa examinar-se sobre este assunto. Porque se isso acontece frequentemente, o catequista precisa revisar sua metodologia ou a maneira de aplicá-la.
Mas voltemos ao fato da distração. Muitas vezes, é uma só pessoa que está “ausente”. O catequista prestará maior atenção sobre essa pessoa. Porque são raras as vezes a distração acontece por má vontade. A pessoa em questão _ a criança ou adulta _ muitas vezes está pensando em outra coisa nesse momento porque está preocupada ou tem nisso um interesse maior que o de tudo o que acontece ao seu redor. Sua mente voa, sua imaginação está presa, ou simplesmente adormecida.

Nesta situação não adianta nada gritar ou censurar publicamente porque existem coisas (falecimento de um ente querido, problema com os filhos ou a criança esteja vivendo um grande conflito em casa...) que são compreensíveis e que é preciso levar em consideração, e nas quais é melhor acompanhar as pessoas, mostrar-se próximo a elas. Também pode ser útil, e necessário deter-se mesmo quando se altere a ordem do encontro.
As preocupações da vida têm importância preferencial na catequese e na oração, para serem iluminadas pela palavra de Deus.

Exercícios para os catequistas
Os catequistas podem examinar suas próprias distrações, tanto na oração como nos encontros ou nas reuniões que participa.
Depois convém que procurem escrever como eles mesmos podem se ajudar ou ser ajudados pelos outros.
Fonte.: Parte dessa reflexão tirei da Revista ecoando



Tudo bem, que distrairmos a ponto de tomar de canudinho água de um aquário é meio que demais, mas bem que nós crescidinhos, fazemos coisas bem estranhas, por conta da distração. Isso é comum, quando estamos com mil coisas na cabeça ou algo está nos aporrinhando, quantas vezes, não escutamos nosso nome ao longe, porque estamos totalmente ausentes, meio  a uma palestra, ou até mesmo na missa. As distrações frequentes, são sinais de alerta, como uma febre nos mostrando que tem algo de errado conosco... Somos também catequistas distraídos e às vezes não temos paciência com as distrações de nossos catequizandos... Se fossemos dividir nossas loucuras nos momentos de distrações, daríamos boas gargalhadas!!!! Chegamos até pensar que estamos meio fraquinhos da cabeça!!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Amor que contagia...

Recebi  de uma catequista muito querida, o recadinho abaixo. Deus a colocou em meu caminho, foi minha companheira por 04 meses, ajudando na  catequese, depois teve que mudar de cidade. Fico feliz que ela tenha continuado seu trabalho e  se mostrado uma grande catequista.

Fiquei encantada e mais uma vez tive a certeza de que nossa missão é muito séria, linda, exigente e não pode ser realizada de qualquer jeito.

O amor, o zelo com que fazemos deve contagiar quem está  à nossa volta e os mais próximos são sem sombra de dúvida, nossos catequizandos.

Nossos encontros são muitas vezes um despertar vocacional, ou uma confirmação, como no caso desse catequizando.

Minha linda amiga, eu consigo imaginar sua alegria sim, tanto que me senti muito feliz ao te ler, você não contagia só os que te são próximos, mas a mim também, mesmo a quilômetros de distância. Te digo uma coisa, mesmo que venham as provações, não desista nunca, pois Deus precisa de pessoas como você, que faz com AMOR.

Esse testemunho foi com certeza seu melhor presente de aniversário no dia de ontem... Isso é mimo de Deus, pois você merece.


"Oi, tudo bem!! Estou passando para partilhar algo lindo que me aconteceu ontem... Meus catequizandos fizeram uma surpresa pra mim, vieram me dar os parabéns, e trouxeram presentes, mensagens e muita alegria, mas algo me tocou profundamente, em uma das mensagens, um catequizando escreveu que tinha vontade de se tornar sacerdote, mas tinha dúvidas, e depois que me conheceu,  viu o amor e dedicação que tenho com a catequese e com as coisas de Deus, viu a minha alegria de servir a Deus, ele passou a não  ter mais dúvidas e quer ser padre. Você consegue imaginar a minha alegria! Foi muito mais que um testemunho , foi como se Deus falasse diretamente comigo!" (Carina)