quarta-feira, 2 de março de 2011

grgrgrgrggrgrgrgrgrg!!!!!

Respira fundo e vai!!!
Olha é preciso ter uma paciência de Jó com essa coisa de blog. Hoje pela manhã abrindo meus emails, vi que uma catequista queria um material sobre o SER DO CATEQUISTA, então pensei em postar um material que preparei para usar no encontro com catequistas iniciantes, pensando que poderia ser útil para alguém. E publiquei, ele está lá na MINHA PASTA MAIS. Vim aqui, e escrevi um texto para encaminhá-los até MINHA PASTA MAIS. Quando vi tinha escrito um texto enorme com algumas dicas, publiquei bonitinho. Não gostei de algumas coisas, voltei e exclui o bendito, achando que tivesse copiado e colado, mas não ficou salvo... Que nerrrrrrrrrrrrrrrvo!! Claro que não vou conseguir escrever tudo de novo! Mas tá lá o material para que possamos levar o catequista a entender um poquinho do que é SER catequista, no que consiste esse chamado, qual sua responsabilidade, enfim saber que junto desse chamado vem um "pacote" de coisas que nem imaginamos. Ahhh!! não é nada disso que queria falar, perdi minha inspiração!!  Beijus... até! CLIQUE AQUI e se quiser pode usar o material, é simples, mas são tópicos que deverão ser adaptadas conforme a realidade de cada lugar... Insisto no vídeo que está na barra lateral em MARCADORES, o SEr do catequista... Lindinho!

terça-feira, 1 de março de 2011

Quando a missa se torna uma obrigação, um hábito...

Tem um blog que sempre gosto de passar para dar uma espiadinha, é o blog "confessionário dum  padre", de Algares-Portugal. 
 Estava lendo hoje um post sobre a preocupação de seu Américo em ter faltado da missa por estar doente. É que ele por 28 anos seguidos, nunca havia faltado... Clique aqui e leia na íntegra...
http://eupadre.blogspot.com/2011/03/o-americo-faltou-missa.html

Procurando algo em meus documentos, encontrei esse texto, vejo que nós passamos por isso na catequese... eu sabia que esse título não me era estranho!!

Quando a missa se torna uma obrigação…

Sua voz parecia me pedir socorro…

A pergunta

O menino chegou e perguntou-me: “Padre, eu sou obrigado ir à missa?”. Olhei seus olhos e percebi uma honestidade na questão formulada. Junto da honestidade, havia uma ansiedade que lhe impedia o sorriso. No rosto, não havia alegria. Estava tomado de uma certeza de que a liturgia católica, para ele, estava longe de ser um acontecimento que lhe extraia gratuidade. Era uma obrigação a ser cumprida.

Sua voz parecia me pedir socorro, feito escravo com sua carta de alforria em mãos, a me pedir assinatura.

Naquele momento, fiquei sem palavras. Senti o coração apertado no peito e o desejo de nada responder. Reportei-me à Escritura Sagrada e senti-me como o próprio Abraão, diante do questionamento de Isaac: “Pai, onde está a vítima do sacrifício?” (Gn 22, 7). Pergunta que não tem resposta. Pergunta cheia de ansiedade, de silêncio, de motivos, honesta e plena de razões.

Olhei-o com muita firmeza e resolvi desafiá-lo: “É obrigado visitar alguém a quem se ama?”. Ele disse: “Não, não é não, padre”. Seguiu-se o silêncio. Calou-se ele, e eu também.

A pergunta que não cala

Algumas horas depois, retomei sua pergunta e fiquei pensando nela. Coloquei-me a pensar na religião que se apresenta ao coração humano como obrigação a se cumprir, feito mochila pesada que se leva nas costas.

Fico pensando no quanto a obrigação pode se opor ao prazer. E o quanto é contraditório fazer a religião ser o local da obrigação. Na expressão: “Deus é amor” definição que João nos apresenta em sua carta, está a declaração da gratuidade de Deus.

Deus é o próprio ato de amar. Ele é o amor acontecendo, e a liturgia é a atualização dessa verdade na vida das pessoas. Ir à missa é tomar posse da parte que nos cabe.

Tudo o que ali se celebra e se realiza tem o único objetivo de nos lembrar que há um Deus que se importa conosco, que nos ama e quer nos ver mais de perto. O sacramento nos aproxima de Deus.

Tudo bem, essa é a Teologia, mas e a vida, corresponde à verdade teológica?

Nem sempre. Nosso rito, por vezes, cansa mais do que descansa. É lamentável que a declaração de amor de Deus por nós tenha se tornado uma obrigação.

Sou obrigado a ouvir alguém dizer que me ama?

Se muita gente pensa assim, é porque não temos conseguido “amorizar” a celebração. Racionalizamos o recado de Deus e o reduzimos a uma informação fria e calculada. Dizemos: “Deus nos ama!”, da mesma forma como informamos: “A cantina estará funcionando depois da missa!”.

A resposta que responde perguntando

Pudera eu ter uma solução! Ou quem sabe uma resposta que aliviasse os corações que se sentem obrigados a conhecer o amor de Deus, como o coração daquele menino. Talvez, o teu coração também já tenha experimentado essa angústia e essa ansiedade. Gostaria de saber restituir o sabor lúdico das celebrações católicas. Torná-las acontecimentos reveladores, palavras para não serem esquecidas e imagens que despertassem o coração humano para o desejo de descansar ali todas as questões existenciais que o perturbam. O problema não está no conteúdo do que celebramos, mas, sim, na forma. A natureza simbólica da vida é o lugar do encanto. Por isso, a celebração é cheia de símbolos. Mas o símbolo, se explicado, deixa de ser símbolo, perde a graça e deixa de comunicar. Talvez seja isso o que tem acontecido conosco. Na ansiedade de sermos eficientes, tornamos a celebração um local de comunicar recados. Falamos, falamos, de maneira ansiosa, cansada e repetitiva. Temos que falar algo, pois também o padre tem a sua obrigação!

E assim vamos celebrando, obrigando o coração e os sentidos a uma espécie de ritual que nos alivia a consciência, mas não nos alivia a existência.

A missa é muito mais do que uma obrigação: é um encontro. Encontro de partes que se amam e se complementam. É só abrir os olhos e perceber!

Creio que possa ser diferente.

Pe. Fábio de Melo

I Cor 4,1-5

A II leitura do domingo passado, foi da primeira Carta de São Paulo,   dirigida aos Coríntios naquela época e é dirigida a cada um de nós, catequistas ou não, somos servidores, cobrados o tempo todo e com razão, porque somos administradores dos mistérios de Deus... Prestem bastante atenção e deixe que elas falem ao seu coração, na situação em que você está vivendo, mesmo que tenha alguma coisa alfinetando sua consciência, a Palavra a nós dirigida é muito clara e nos ensina a não julgarmos, não sermos juizes das atitudes de nossos irmãos...

Irmãos,
que todo o mundo nos considere como servidores de Cristo e administradores dos mistérios de Deus.
A esse respeito, o que se exige dos administradores é que sejam fiéis.
Quanto a mim, pouco me importa ser julgado por vós ou por algum tribunal humano.
Nem eu me julgo a mim mesmo.
É verdade que a  minha consciência não me acusa de nada.
Mas não é por isso que eu posso ser considerado justo.
Quem me julga é o Senhor.
Portanto, não queirais julgar antes do tempo.
Aguardai que o Senhor venha.
Ele iluminará o que estiver escondido nas trevas e manifestará os projetos dos corações.
Então, cada uma receberá e Deus o louvor que tiver merecido.
PALAVRA DO SENHOR.

CRÊS NISSO? QUEM TEM OUVIDOS OUÇA!