QUARESMA, tempo de experimentar a bondade de Deus. Tempo propício para reavivar o dom que recebemos no Batismo, reacender a chama que nos atropelos da vida é sufocada. Tempo de voltar à vida.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
Nunca desista daqueles que Deus te confiou!
Olá!! Pra quem disse que está com saudades de meus relatos, aí está minha mais recente alegria!!!! Alegrem-se comigo!!
Algum tempo atrás, escrevi um texto com o título: Eu fiz a diferença na vida deles...” Terminei o texto dizendo: Vou tentar e tenho fé que vou conseguir. E lancei um desafio aos catequistas: “Já pensou se cada catequista pudesse ir atrás de um garoto desses, mostrando que ele é um filho amado por Deus, convidando a participar com os outros catequizandos?
Bom, o tempo passou, no texto eu relatava minha luta para colocar na catequese algumas crianças que moram quase que de frente à minha paróquia. Diria que para se achegar a eles, basta ir para outra margem da “rua”.
Garotos com um histórico triste, os mais desfavorecidos da comunidade. Garotos que ficam olhando os carros em troca de alguns trocados. Garotos que buscam, quem sabe, um pouco de atenção, carinho, amor. Alguém que os olhe nos olhos e os chame pelo nome, que os cumprimentem e não os ignore como se fossem “pedras”.
Nunca desisti deles. Nunca tive medo deles. Sim, medo, porque muitos pagam de medo deles estragarem seus carros. Eu nunca dei um centavo e eles nunca me pediram. Me respeitam e eu os respeito. Procuro sempre me aproximar deles, toco, abraço, beijo, partilho, como das pipocas deles. Tento levá-los para a catequese desde os oito anos. Hoje são adolescentes de 13, 15 anos.
Um deles, freqüentou alguns encontros , mas depois acabou sumindo e eu até disse que não iria mais atrás, que não adiantava, que se eles não queriam, não adiantava forçar a barra. Mas, no fundo, estava frustrada por não ter conseguido.
Semanas atrás, numa terça feira, chego pra missa, e lá está minha “pedrinha” na porta da Igreja, me olha desconfiado e pergunta: “Imaculada, que dia mesmo é a catequese?”
Eu fiz cara de triste(pra não falar que fiz birrinha) e até pensei em nem dar bola, dar as costas e seguir adiante, mas não consegui e respondi: “A Catequese é na quarta, amanhã, mas você sumiu, deduzi que não quer mais ser batizado, nem receber a Eucaristia, fazer o que neh! ... Mas se mudar de ideia, estou te esperando amanhã”.
Fui pra missa!
No outro dia, era nosso encontro do lava pés. E adivinha quem foi o 12° discípulo? Ele, o Pablo. Fiquei feliz e entendi que não deveria desistir dele. Mas, meu coração estava apertado, pois já havia acontecido os batizados dos catequizandos. Mesmo assim, no final do encontro, o chamei para um dedo de prosa sério, onde fiz algumas perguntas: Você, o que quer da vida, quer ser batizado? Quer fazer a primeira Eucaristia? Quer se crismar? Enfim, quer se tornar um cristão?
A cada pergunta, ele me respondia: “Sim, eu quero”
Se você quer de verdade, se compromete em continuar e freqüentar os encontros com seriedade, vou interceder por você, ver se consigo permissão para o seu batizado. Lá fui e consegui.
O batizado aconteceu nesse domingo.
Estou muito feliz, porque sei que através dele, os outros virão. Ganhei meu domingo, minha semana, meu mês. Espero, de verdade fazer a diferença na vida desse garoto!
Nunca desista de nenhum daqueles que Deus te confiou.
O Pablo, é o de camiseta branca, os dois grudados em mim, são gêmeos, Andriel e Andrielly, meus futuros catequizandos, estão ansiosos para entrar na catequese, a de roupa florida, Maria Helena, já está na catequese e a de azul listrado, Amanda não está, mora muito longe da paróquia, mas em nossa saida para o almoço, aproveitamos para falar sobre várias coisas, inclusive da importância de ser ter Deus, de ter uma religião. Foi um dos almoços mais gratificantes que já tive. Essas pessoinhas especiais só precisam de alguém para ouvi-los e orientá-los, porque eles tem muita coisa para partilhar. Me cortou o coração, quando cada um queria falar primeiro que o outro suas realidades, embora sejam todos de uma mesma família. "Eu não tenho pai, não o conheci" "Nós perdemos nossa mãe quando a gente era bebê" "Meu padrastro morreu agora em Janeiro". Fui aos poucos tentando colher algumas informações, até que rimos muito quando uma diz "Ih, essa coisa de pais, nem tente entender, porque nem eu entendo, é cada um de um pai diferente". srsrsr. Rir pra não chorar neh!
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Verdades do dia da mentira!
Tudo começou quando o rei da França, Carlos IX, após a implantação do calendário gregoriano, instituiu o dia primeiro de janeiro para ser o início do ano. Naquela época, as notícias demoravam muito para chegar às pessoas, fato que atrapalhou a adoção da mudança da data por todos.
Antes dessa mudança, a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril. Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calendário e continuaram fazer tal comemoração na data antiga. Isso virou motivo de chacota e gozação, por parte das pessoas que concordaram com a adoção da nova data, e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou convites de festas que não existiam.Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1º de abril como dia da mentira.
Antes dessa mudança, a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril. Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calendário e continuaram fazer tal comemoração na data antiga. Isso virou motivo de chacota e gozação, por parte das pessoas que concordaram com a adoção da nova data, e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou convites de festas que não existiam.Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1º de abril como dia da mentira.
Aproximadamente duzentos anos mais tarde essas brincadeiras se espalharam por toda a Inglaterra e, consequentemente, para todo o mundo, ficando mais conhecida como o dia da mentira. Na França seu nome é “Poisson d’avril” e na Itália esse dia é conhecido como “pesce d’aprile”, ambos significando peixe de abril. No Brasil, o primeiro Estado a adotar a brincadeira foi Pernambuco, onde uma informação mentirosa foi transmitida e desmentida no dia seguinte. “A Mentira”, em 1º de abril de 1848, apresentou como notícia o falecimento de D. Pedro, fato que não havia acontecido.
Walt Disney criou uma versão para o clássico infantil Pinóquio, dando ênfase à brincadeira, mostrando para a criançada o quanto mentir pode ser ruim e prejudicial para a vida das pessoas. Ziraldo, um escritor brasileiro da literatura infanto-juvenil, também conta histórias sobre as mentiras, através do tão famoso personagem, o Menino Maluquinho. Em "O Ilusionista", Maluquinho descobre o mal provocado por roubar, fingir e mentir.
Pregar mentiras nesse dia é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado, afinal, a honestidade é a base para qualquer relacionamento humano.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Walt Disney criou uma versão para o clássico infantil Pinóquio, dando ênfase à brincadeira, mostrando para a criançada o quanto mentir pode ser ruim e prejudicial para a vida das pessoas. Ziraldo, um escritor brasileiro da literatura infanto-juvenil, também conta histórias sobre as mentiras, através do tão famoso personagem, o Menino Maluquinho. Em "O Ilusionista", Maluquinho descobre o mal provocado por roubar, fingir e mentir.
Pregar mentiras nesse dia é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado, afinal, a honestidade é a base para qualquer relacionamento humano.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
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